O lado cômico da maternidade

Nic e a amiga imaginária

31 Comentários

Sou pessoa completamente fascinada por histórias de crianças com amigos imaginários.

Meu interesse é tão grande, que certeza, que eu arruinaria toda uma bonita e promissora amizade se Nic tivesse um. Afinal, como seria possível que eu, criatura curiosa que sou, me contivesse sabendo que tem ali um ser com o potencial de estar respirando o mesmo ar que eu, fazendo um monte de coisas bacanas e ainda sendo o melhor amigo pro meu filho, MAS que é invisível aos meus olhos? Eu ficaria louca (oi?) e simplesmente iria querer saber tu-do sobre ele. Sempre.

Nic? Seu amigo tá aqui? Como ele é? Ele tem cabelo colorido? O que ele está fazendo agora? E agora? Ele já almoçou? Ele come a comida toda? Gosta de cebola? Ele sabe cantar “tchibum tchibum da cabeça ao bumbum”? Tem irmãos? Sabe pular de um pé só? Pode voar? Já vai pra escola? Usa cueca? Ele também faz xixi mirando a bolinha de ping pong no vaso? E tantas outras perguntas assim relevantes. Tantas, que certeza que Nic logo desistiria do tal amigo.

- Chega mamãe, meu amigo foi pra outro planeta, tá?

- É mesmo?

(silêncio)

- Mas pra que planeta, Nic?

* * *

E como Nic é menino que adora conversar com as coisas, especialmente brinquedos, pensei que ali tinha potencial pra um Calvin & Hobbes e jurei pra mim mesma que tentaria me controlar e interferir o minimo se um dia Nic tivesse um amigum imaginarium.

Então dia desses, foi a família toda passear em Whistler. Como todas as vezes que a gente sai de carro, Nic pediu pra passarmos pela tal de “trilha de carro”, um atalho nao asfaltado no meio de umas árvores que chega na rodovia. Como era mesmo caminho, lá fomos nós pela trilha. Rafa dirigia, a dinda ia na frente, e eu atrás com a turminha do balacobaco. Íamos todos calados por um instante, eu imersa em meus próprios pensamentos (provavelmente pensando em alguma bobeira pra falar) enquanto segurava a mãozinha da Lily pra ela dormir, quando escuto uma vozinha:

- Ei, trilha!

Segurei a respiração. Olhei pra minha irmã, pro Rafa, sorrimos e ficamos esperando. Sem olhar pra gente, Nic continua.

- Tudo bem, trilha?

Obviamente que não me contive nem um minuto e me joguei, toda trabalhada em voz de trilha.

- Ei Nicolas, tudo bem e você?

- Tudo bem, trilha – responde ele feliz.

- Você esta passeando? – pergunto

- Sim.

- Pra onde você está indo?

- Pra Whistlah.

- Oh, eu adoraria conhecer Whistler, você me leva?

Ele dá uma risadinha sem graça.

- Não tem jeito não, trilha, você está presa.

*

E a partir daí não parou mais. Dia após dia, Nic passou a conversar com a dona trilha sempre que passávamos por ela. Conversava sobre tudo, desde amenidades como o clima, brincadeiras, livros favoritos, até tópicos mais complexos como comportamento infantil em casa e lugares públicos. (E eu por acaso ia perder a oportunidade?) No final das conversas, dona trilha sempre terminava pedindo pra ir com ele, independente de onde ele estivesse indo, mas ele sempre dizia que não dava, que ela estava presa e além do mais não tinha perna pra andar e coisas racionais do tipo.

Até que um dia ele topou.

- Sim trilha, você pode vir.

Eu, que estava dirigindo, quase conduzi o carro pra uma vala, tamanha minha surpresa.

- Sim??? Você vai me levar? – perguntei eu com cara de trilha admirada

- Vou.

- Mas eu não estou presa?

- Não, já te soltei.

* * *

Já sabem o que vem a seguir, né pessoas?

Exatamente ali, naquele instante, surgia a primeira amiga imaginária do Nic. Não um menininho, não um animal, ou nem mesmo um carro, como eu arriscaria dizer, mas UMA TRILHA. Quando, em toda a minha existência de mãe eu poderia imaginar isso?

(lhes apresento a primeira amiga imaginária do Nic, aos 3 anos e meio)

Agora Nic leva a amiga pra todo lado. Às vezes eu faço a voz dela e temos longas conversas interessantíssimas. Outras vezes ele mesmo faz, outras só escuto sussurros. Mas o que importa é que estão na maior parte do tempo juntos. Ele vai ao Taekwondo, tá lá a amiguinha sentadinha assistindo (e aplaudindo) seus movimentos de luta e seus avanços. Vai na sorveteria, eles dividem o mesmo sorvete. Vai brincar no playground, a Trilha vai num balanço, enquanto ele vai no outro.

Mas se engana quem pensa que a situação não poderia ir além. Num belo dia, vi Nic correndo igual doido, e quando eu pergunto pra que tanta correria, escuto a seguinte resposta em meio à gargalhadas:

- A Uakatáiba tá correndo atrás de mim, mamãe! Ai, ela tá quase me pegando!!!

Ahn??? Peraí, PARA TUDO!

- Uaka-oque, Nic?

- Uakatáaaaaiba, mami – responde ele ainda correndo.

- E o que vem a ser isso, meu filho?

- É o nome da trilha, ué!

Como não pensei nisso antes.

* * *

Então, à medida que os dias passavam e aquela bonita amizade se desabrochava diante dos nossos olhos, dinda Patti e eu resolvemos iniciar um trabalho investigativo e perguntamos tudo o que tínhamos curiosidade em saber. A seguir, exponho alguns dos curiosos detalhes que conseguimos desvendar acerca desta interessante figura de nome quase indígena:

- Uakatáiba tem 5 anos, tem pernas, braços e boca.

- Ela só fala português.

- Adora sorvete, leite e brócolis, assim como o próprio Nic, mas curiosamente, também gosta de pepino, tomate e cebola, coisas que ele não come de jeito nenhum.

- Já que ele leva a trilha pra todo lado, perguntamos se quando ela está passeando haveria trilha pros outros carros passarem. Ele responde “sim, tem um tanto de trilha lá ainda. Eu só levo um pedacinho dela” – e mostra as mãozinhas juntas onde ela supostamente está.

- Ah, então ela cabe aí, nas suas mãos? “Sim, ela é pequenininha mas corre muito rápido”.

* * *

É isso. E assim seguimos, dia após dia, tentando abrir nossa mente e aceitar que nosso filho brinca com uma trilha, que corre, fala e faz cambalhotas e aprendendo a amar esse pequeno ser pedregoso que aos poucos adentra nossas vidas.

Agora me diga, mas o que a gente não faz pelos nossos filhos?

PS: Tô quase lançando um concurso pra saber quem tem historias de familia mais bizarras pra contar. Sou páreo duro, né não? Mas tô achando o máximo essa nova fase do Nic!

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31 comentários sobre “Nic e a amiga imaginária

  1. Santa imaginação! Hehehehehehe!

    Vim te convidar para participar de um concurso lá no meu blog e concorrer a um Kit de BRINQUEDOS da Xalingo: http://bit.ly/NwzCtR
    um abç,
    Maura
    coisasdamaura.blogspot.com

  2. Ahhahha amei!!! Super imaginei tudinho!!! Fooofo!!
    E o melhor disso tudo é que vc tem isso escrito.. Eu tinha uma amiguinho imaginario.. Lembro bem da voz dele, ele andava comigo no carro enquanto eu ia pra casa da minha vó, mas nao lembro o nome dele… E eu lembro que eu escondia ele da minha mae, entao ja viu, ne?
    Quem sabe um dia a Uakataiba nao convence o Nic a comer tomate?!

    E adorei seu blog! E por concidencia (nao sei como vim parar aqui), estou indo morar em Vancouver em outubro! Te salvei aqui no meu reader pra poder acompanhar de pertinho essas aventuras!!

    beijinhos!

    • Ai, morro de inveja de quem já teve amigo imaginário… Eu nunca tive!!! Snif, snif…

      Enfim, já te visitei, adorei seu blog também e te desejo toda a sorte na sua aventura ao Canadá! Quando chegar aqui, me escreve, quem sabe a gente nao se encontra?

      Beijos e bem-vinda!

      Lu

  3. Que fofo! Muito boa essas histórias de amigos imaginários. O mais divertido de tudo é que geralmente as mães passam a querer um amigo imaginário também…. ou… ao menos fazer parte da história do filho. E pronto, você conseguiu! Seu desejo foi realizado…rs
    Beijos

    • Consegui, Celi!!! Eu que nunca tive um, agora tenho através do Nic! To me divertido aos montes! É realmente uma experiência única né? :)

      Beijos, querida!

  4. Nossa que legal vc estar escrevendo essas coisas, muitas coisas que foram importantes em algum momento de nossa vida passam a ser esquecidas ne…aiii vou copiar sua idea, sorry, rsrsr, mas a gente passa umas com os filhos ne…vou contar rapidim, a Sofia quando mais pequena nao tinha um amigo mas sim um “inimigo” imaginario, que sempre tentava tirar os sapatinhos dela..e em quanto estava comendo por exemplo, do nada falava alto, quase brigando: nao menino, sai de ai, deixa meus sapatos…e ficava brava com ele..fomos ensinando ela que nao ia pasar nada e q ninguem ia tirar os sapatinhos, foi ficando mais calma, e depois nao falava mais dele….agora so tem estorias bonitinhas, rsrs. Lu, tem uma planta muito usada em Peru que se llama Huacatai, e me lembrou muito o nome de Uakataiba, nomes indigenas..humm, muito interessante. Adorei como sempre seu post!! beijos para o pequenho Nic!

    • Inimigo imaginário??? Hahahahaha! Eu sei que pra quem vive a situacao nao é engraçado, mas to rindo alto! E que interessante o nome dessa planta, menina!

      Grande abraço!

  5. Muito legal!!! Não vejo a hora de o Davi ter um amigo imaginário também. Vou adorar ter uns “papos cabeça” desse tipo com ele.

    bju

  6. tb to esperando alguem aparecer com amigo imaginario, mas ate agora, nada. pudera, com tanto irmao em casa, quem precisa de amigo imaginario?

    • Nao é mesmo, Mari? Dois irmãos pra cada, quem vai precisar de um amigo imaginário? Mas vai que rola? Vc vai ver que é bem divertido! :)

  7. Que máximo Lu! Adoreiii a historia, que fase gostosa! rs.. beijossss

  8. Adorei essa amiga do Nic!!

    Segundo minha mãe eu tinha uma amiga imaginária – que ela não se lembra do nome – mas ela nunca me visitava pessoalmente, a gente só se falava pelo telefone!

    Minha irmã mais nova também tinha uma amiga imaginária, e dessa eu me lembro bem pois era uma cabrita que até viajava com a gente, e ai de que sentasse em cima dela (minha irmã chorava dizendo que ela estava berrando, béééééééééé…)

    Bjos :*

  9. Que viagem essa amiga imaginária!!! Muito engraçado, me acabei de rir. O bom é que ele detalha tudo, esse Nic é demais!
    Beijos

  10. Não lembro se tive amiguinho imaginário, mas deve ser bem bacana e divertido. Dudu ainda não teve ou se teve não deixou que percebamos. Um fofo o Nic, adorei esta história.

    bjos,

    Priscila – maededudu.blogspot.com

  11. Adooooro amigos imaginários.
    Tanto que tinha dois quando era pequena.
    E meus pais riem de mim até hoje contando da intereção entre eu e minha cabecinha pensante.
    Isaac ainda não demosntrou interesse por outro ser que não seja ele. nem os imagina´rios nem os projetos fraternais que temos.
    bjocas na familia toda.
    amo as historias bizarras de vcs.
    bjo enorme, dona lu.

  12. Sou apaixonada por amigos imaginários!! Tive um – que saudades… mentira – e estou sempre de orelha em pé com as conversas do Levi, caçando um sinal de amigo que eu não veja. Até agora, nada. Mas eu amo as brincadeiras de fantasia, Lu. Quando ele me ofereceu a primeira fruta imaginária quase caí dura de emoção. Meu coração ficou disparado!! Imagino vc, que tem o nome da trilha do Nic. Sobre o outro post, da Lily, ela parece que não é real, sério. É tão, tão fofa, tão de um jeito especial que dá a impressão de ser uma de suas ilustrações, talvez uma aquarela. Bjo, tudo de bom.

  13. Lu adorei.
    Mas me senti uma #maedemerda porque nem tenho causos para contar e Nic aqui nunca teve amigo imaginario por longo prazo nao, o negocio dele e’ rapido. Tem dia que ele le umas historias para alguem (que nao faco a minima ideia de quem seja) tem dias que ele da’ comida (com os brinquedinhos dele) e tem dias (a maioria) que ele nem ai pra’ nada :(
    Que o Nic e a Lyli aproveitem muito essa fase.
    Abracos
    Gra’

  14. E de onde esse menino tirou o nome Uakatáiba? Quem ficou curiosa fui eu. Toda trilha tem que ter o nome esquisito? Pergunta a ele e depois me diz, tá?
    Beijão.

  15. Pingback: sobre estereótipos, a cuca, uma mãe e o daddy’s boy « Nicolando por aí

  16. Pingback: E por falar no Nicolas… hoje ele faz 4 anos |

  17. Ontem conheci seu blognicolilando (rsrs) e me apaixonei, pensei em escrever, desisti, mas voltei, kkk.
    Tenho um sobrinho lindo de 7 anos, e ele ama brincar com um fantasminha, e diz que é seu melhor amigo, um dia estávamos montando um quebra cabeça e uma peça sumiu e apareceu, sabe-se lá como em outro cômodo da casa, tendo em vista que ele tinha acabado de ganhar o presente e onde abriu, já começamos a montar, (medo, né?!? O.o).
    Ahhhh, eu tia, e com uma imaginação, não sei se mais fértil ou igual a dele, bradei!
    Pedroooooooo, acho que foi o fantasminha!!!!! Ai, é por isso que eu tenho medo dele!!!
    Ele me olhou bem nos olhos, riu e disse, tia eu não tenho medo de fantasmas (eu perguntei curiosa, não???) – e ele: não tia, são meus amigos, e não fazem nenhum mal, nem pra mim, nem pra você que é minha tia linda!!!!
    Aiiiii, não é fofo???

    • Grace, do céu!

      Será que ele vê alguma coisa??? Dizem que muitas crianças veem, né? Eu acredito. Porque esse negócio da pecinha ir parar lá em outro cômodo, ai jesuis!

      Mas ó, seja lá o que for, se ele disse que é do bem, é por que é.

      E também achei fofa a resposta dele. Quanto carinho por você!

      Beijos e obrigada por ter deixado o comentário pro fim! :)

      • Na verdade, ele não vê não, ele tem 7 anos, mas por conta de uma leucemia ele vive dentro do hospital e eu pra ajudar a melhorar o astral desta vida dentro de um quarto e sem visitas, ensinei ele a usar a imaginação, se passar por super herói, criar personagens, conversar com as coisas, kkk, tenho muitas pérolas dele, e tem uma imaginação incrível, ele aproveita quando não estamos olhando e muda as coisas de lugar e diz que foi o fantasma, só pra nos deixar com medo … tenho até dó do gasparzinho.
        Mas, até hoje não entendi a história da peça, até porque ele perdeu mais uma peça e ninguém encontrou mais, mistériosssss, kkk.
        Beijos e boas férias, Lu!!!! Nicolizem por aí!!!!

        • Ô Grace, meu coração se partiu em mil pedaços agora… Posso te perguntar como descobriram que ele tinha a doença? E ele está melhorando com o tratamento?

          Que Deus o proteja sempre e o ajude a melhorar logo. E que te dê sempre muita inspiração pra continuar alegrando os dias dele!

          Um abraço forte pra vocês e o resto da família!

          • Ah e sim, vamos nicolilar bastante! Obrigada! :)

          • Ahhh, este é o Face do Pedro, você pode ver algumas das atitudes imaginárias e fofas dele: https://www.facebook.com/#!/pedro.henriquedovale.1
            Tia super hiper mega babona, kkk

          • Lu, você me perguntou e sim, é claro que pode perguntar sobre como descobriram a doença, na época o Pedro tinha apenas 6 anos de idade, sempre muito esperto e ativo, mas começou a reclamar de cansaço, dores fortes no corpo, corpo cheio de petéquias (marcas roxas, sem nenhuma batida e lugares tipo juntas), foi levado ao médico, fez um hemograma e todas as taxas sanguíneas alteradas, fizeram uma punção lombar (retirada de líquido da medula), e no dia 24/12/2011 a notícia que desestruturaria a vida da família, Pedro tinha leucemia. Foi feito um tratamento quimioterápico, mas não deu efeito, e veio a notícia de que teria de fazer transplante, mas os pais não eram compatíveis, e a chance de se encontrar um doador no mundo todo é de 1 pessoa em cada 1 milhão. Enfim em julho de 2012 a medula limpou e continuávamos campanhas pra encontrar um doador enquanto a doença estava quietinha, em outubro tivemos a notícia de que haviam achado um cordão umbilical compatível com ele na Alemanha e agora no último dia 04/12 ele veio a transplante, estamos aguardando a dona medula pegar e podermos gritar que ele está curado enfim. Mas olha, vou te contar 2 coisas, primeira – eu não sou tia de sangue e este muleke e eu nos apaixonamos um pelo outro, tenho 6 meses na vidinha dele, conheci pela internet e de tanta convivência eu virei irmã da mãe dele e tia, mas ele pegou minhas manias e não fica um dia sequer sem me chamar no skype pra batermos papo e brincar (ele está isolado, não pode receber visitas nos próximos 2 meses por conta do transplante) e segunda – ele é que é minha força, te juro que nunca vi essa figurinha triste, faz palhaçada até com a doença dele, enfim, um sobrinho desses eu não desgrudo nunca mais!!!
            Beijokas em ti e família!!!!!!!!!!!!!! S2

  18. Grace, demorei pra responder pois já estava viajando. Cheguei hoje.

    Obrigada por sua explicação, ta? Eu fico realmente comovida com histórias como a do Pedro, mas ao mesmo tempo admirada com pessoas como você que aparecem pra amparar. São os anjos que Deus envia, não é mesmo?

    Fico tentando me colocar no lugar dos pais dessa criança e eu não podia ter admiração maior. Quanta força!!! Que Deus continue os amparando ainda mais! Fiquei feliz demais com a notícia de que ele tenha conseguido um doador!!! uhuuuuu! Estou torcendo com todo o meu coração pra que tudo saia bem. Depois me conta?

    Beijos pra você, pra família desse anjo e pra ele, claro!

    Lu

    • Imagina Lu, achei que só voltaria em janeiro/2013.
      Pode deixar conto sim, agora aguardamos a medulinha pegar, mas ele está super bem! Deve acontecer nos próximos dias, e aí é só festejarrrrrr e voltar a vida!!!!!!!
      Boas festas pra vcs Lu! Beijokas e que 2013 venha repleto de felicidades pra todos nós! =)

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