O lado cômico da maternidade


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Do ski-bunda ao divórcio

Atire a primeira fralda quem nunca teve preguiça de fazer um programa com as crianças.

Porque é todo um processo, né gente? Correr atrás da criatura que foge rindo com a fralda metade posta, metade desbeiçada. Convencer o mais velho de que cueca não é touca. Conseguir a proeza de vestir e alimentar todo mundo a tempo, e claro, preparar aquela bagulhada toda pra levar, pra no final descobrir que esqueceu a coisa mais importante de todas – seja lá o que for essa coisa naquele dia.

Daí, chegando no lugar, você ainda tem que ter a presença de espírito pra separar motins, apaziguar disputas de posse, conter pitis, lidar com sono fora de hora, comida fora da boca, cocô fora da fralda. Tudo isso, além de conviver com a frustração de nunca conseguir terminar uma frase sequer com um outro adulto. Nunca.

Mas é aquela coisa. Nos dias que você mais espera que vai ter problemas, são os dias que todo mundo mais se diverte.

E vice-versa.

* * *

Acordei radiante.

Fui tomar meu banho e saí cantarolando aquela musiquinha super fofa, descontraída e que nunca sai de moda… Como é mesmo o nome, gente? Começa com “da da da”? Ah sim, King Kong e seu King Konguinho! Pena que o Nicolas pediu pra eu parar… Talvez eu tenha exagerado na coreografia.

Mas enfim. Não ligo, pois quem saiu perdendo foi ele.

O importante é que estávamos todos animados pra ir pras montanhas brincar de tobogã na neve! O famoso ski-bunda. Há semanas que o Nicolas vinha rezando essa ladainha de que queria fazer tobogã e pra nossa sorte, dona Lily acordou toda feliz e bem humorada. Tão bom quando as crianças já estão maiorzinhas e a gente sabe que vão se divertir, ne?

O marido fez panquecas pro café-da-manhã e estava mais disposto que o usual. O lugar fica só a 45 minutos de carro e a previsão era de sol com temperatura amena de 3 graus.

No caminho fui sorrindo e imaginando nosso passeio.

nicolilando_expectativa_maternidade_inverno_canadaBrisa fresca, madeixas ao vento, céu azul, dia ensolarado.

Crianças se divertindo, toboganando felizes e claro, protegidas com seus equipamentos de segurança pessoal. A cada descida, uma comemoração, vários uhuuus, vários abraços. VÍNCULO.

Eu, tomando meu chocolate-quente (mas não tão quente) orgânico, feito de cacau equatoriano, e aproveitando pra registrar cada momento com fotos espontâneas, nítidas e de fundo levemente desfocado. Captando com naturalidade cada sorriso, cada olhar de entusiasmo, cada abraço trocado.

No meio desse misto de euforia e serenidade, engulo seco ao notar um aviãozinho circulando em círculos com uma faixa pra mim. Nela se lia “te amamos”.

Oinnnnnnnn! Que fofos!!!

Até que chegamos ao destino. Acordo com uma baba sorrateiramente escorrendo no canto da minha boca.

nicolilando_realidade_maternidade_inverno_canada

Olho pro céu e vejo tudo cinza. Nada de sol, vento gelado e úmido. Fico pensando como o clima pode mudar tanto com 45 minutos de carro.

Olho pra Lily e vejo ali a expressão de uma criança emocionalmente desestruturada. Terá ela visto o Abominável Monstro das Neves no caminho? Não duvido.

- Quer sair do carro, Lily? – pergunto

- NÃO!!!!

- Quer ficar no carro?

- NÃAAAAAAO!!!!! – responde ela brava. O famoso paradoxo metafísico aplicado.

Não quer capacete, não quer luva, não quer brincar. E fico pensando como pode uma menina mudar tanto de humor após 45 minutos de carro. Logo ela, que gosta tanto de usar essas coisas e brincar na neve.

Já o Nicolas, pra quem passou as últimas 3 semanas me atazanando com essa conversa de tobogã, me surpreendeu ao de repente se tornar uma criatura estranha comedora de neve. O menino deve ter comido pelo menos uma montanha inteira nas duas horas que ficou lá sentado. Presenciei a olhos vistos os efeitos antropológicos na paisagem moderna.

Claro que o pior foi aguentar as suas constantes idas ao banheiro pra fazer xixi depois.

No mais, não teve avião com faixa, não teve sol, nem chocolate quente.

Mas teve alguém que apesar dos choros e das esquisitices das crianças, conseguiu se divertir e muito. Meu marido.

Puto.

 


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Nic e a amiga imaginária

Sou pessoa completamente fascinada por histórias de crianças com amigos imaginários.

Meu interesse é tão grande, que certeza, que eu arruinaria toda uma bonita e promissora amizade se Nic tivesse um. Afinal, como seria possível que eu, criatura curiosa que sou, me contivesse sabendo que tem ali um ser com o potencial de estar respirando o mesmo ar que eu, fazendo um monte de coisas bacanas e ainda sendo o melhor amigo pro meu filho, MAS que é invisível aos meus olhos? Eu ficaria louca (oi?) e simplesmente iria querer saber tu-do sobre ele. Sempre.

Nic? Seu amigo tá aqui? Como ele é? Ele tem cabelo colorido? O que ele está fazendo agora? E agora? Ele já almoçou? Ele come a comida toda? Gosta de cebola? Ele sabe cantar “tchibum tchibum da cabeça ao bumbum”? Tem irmãos? Sabe pular de um pé só? Pode voar? Já vai pra escola? Usa cueca? Ele também faz xixi mirando a bolinha de ping pong no vaso? E tantas outras perguntas assim relevantes. Tantas, que certeza que Nic logo desistiria do tal amigo.

- Chega mamãe, meu amigo foi pra outro planeta, tá?

- É mesmo?

(silêncio)

- Mas pra que planeta, Nic?

* * *

E como Nic é menino que adora conversar com as coisas, especialmente brinquedos, pensei que ali tinha potencial pra um Calvin & Hobbes e jurei pra mim mesma que tentaria me controlar e interferir o minimo se um dia Nic tivesse um amigum imaginarium.

Então dia desses, foi a família toda passear em Whistler. Como todas as vezes que a gente sai de carro, Nic pediu pra passarmos pela tal de “trilha de carro”, um atalho nao asfaltado no meio de umas árvores que chega na rodovia. Como era mesmo caminho, lá fomos nós pela trilha. Rafa dirigia, a dinda ia na frente, e eu atrás com a turminha do balacobaco. Íamos todos calados por um instante, eu imersa em meus próprios pensamentos (provavelmente pensando em alguma bobeira pra falar) enquanto segurava a mãozinha da Lily pra ela dormir, quando escuto uma vozinha:

- Ei, trilha!

Segurei a respiração. Olhei pra minha irmã, pro Rafa, sorrimos e ficamos esperando. Sem olhar pra gente, Nic continua.

- Tudo bem, trilha?

Obviamente que não me contive nem um minuto e me joguei, toda trabalhada em voz de trilha.

- Ei Nicolas, tudo bem e você?

- Tudo bem, trilha – responde ele feliz.

- Você esta passeando? – pergunto

- Sim.

- Pra onde você está indo?

- Pra Whistlah.

- Oh, eu adoraria conhecer Whistler, você me leva?

Ele dá uma risadinha sem graça.

- Não tem jeito não, trilha, você está presa.

*

E a partir daí não parou mais. Dia após dia, Nic passou a conversar com a dona trilha sempre que passávamos por ela. Conversava sobre tudo, desde amenidades como o clima, brincadeiras, livros favoritos, até tópicos mais complexos como comportamento infantil em casa e lugares públicos. (E eu por acaso ia perder a oportunidade?) No final das conversas, dona trilha sempre terminava pedindo pra ir com ele, independente de onde ele estivesse indo, mas ele sempre dizia que não dava, que ela estava presa e além do mais não tinha perna pra andar e coisas racionais do tipo.

Até que um dia ele topou.

- Sim trilha, você pode vir.

Eu, que estava dirigindo, quase conduzi o carro pra uma vala, tamanha minha surpresa.

- Sim??? Você vai me levar? – perguntei eu com cara de trilha admirada

- Vou.

- Mas eu não estou presa?

- Não, já te soltei.

* * *

Já sabem o que vem a seguir, né pessoas?

Exatamente ali, naquele instante, surgia a primeira amiga imaginária do Nic. Não um menininho, não um animal, ou nem mesmo um carro, como eu arriscaria dizer, mas UMA TRILHA. Quando, em toda a minha existência de mãe eu poderia imaginar isso?

(lhes apresento a primeira amiga imaginária do Nic, aos 3 anos e meio)

Agora Nic leva a amiga pra todo lado. Às vezes eu faço a voz dela e temos longas conversas interessantíssimas. Outras vezes ele mesmo faz, outras só escuto sussurros. Mas o que importa é que estão na maior parte do tempo juntos. Ele vai ao Taekwondo, tá lá a amiguinha sentadinha assistindo (e aplaudindo) seus movimentos de luta e seus avanços. Vai na sorveteria, eles dividem o mesmo sorvete. Vai brincar no playground, a Trilha vai num balanço, enquanto ele vai no outro.

Mas se engana quem pensa que a situação não poderia ir além. Num belo dia, vi Nic correndo igual doido, e quando eu pergunto pra que tanta correria, escuto a seguinte resposta em meio à gargalhadas:

- A Uakatáiba tá correndo atrás de mim, mamãe! Ai, ela tá quase me pegando!!!

Ahn??? Peraí, PARA TUDO!

- Uaka-oque, Nic?

- Uakatáaaaaiba, mami – responde ele ainda correndo.

- E o que vem a ser isso, meu filho?

- É o nome da trilha, ué!

Como não pensei nisso antes.

* * *

Então, à medida que os dias passavam e aquela bonita amizade se desabrochava diante dos nossos olhos, dinda Patti e eu resolvemos iniciar um trabalho investigativo e perguntamos tudo o que tínhamos curiosidade em saber. A seguir, exponho alguns dos curiosos detalhes que conseguimos desvendar acerca desta interessante figura de nome quase indígena:

- Uakatáiba tem 5 anos, tem pernas, braços e boca.

- Ela só fala português.

- Adora sorvete, leite e brócolis, assim como o próprio Nic, mas curiosamente, também gosta de pepino, tomate e cebola, coisas que ele não come de jeito nenhum.

- Já que ele leva a trilha pra todo lado, perguntamos se quando ela está passeando haveria trilha pros outros carros passarem. Ele responde “sim, tem um tanto de trilha lá ainda. Eu só levo um pedacinho dela” – e mostra as mãozinhas juntas onde ela supostamente está.

- Ah, então ela cabe aí, nas suas mãos? “Sim, ela é pequenininha mas corre muito rápido”.

* * *

É isso. E assim seguimos, dia após dia, tentando abrir nossa mente e aceitar que nosso filho brinca com uma trilha, que corre, fala e faz cambalhotas e aprendendo a amar esse pequeno ser pedregoso que aos poucos adentra nossas vidas.

Agora me diga, mas o que a gente não faz pelos nossos filhos?

PS: Tô quase lançando um concurso pra saber quem tem historias de familia mais bizarras pra contar. Sou páreo duro, né não? Mas tô achando o máximo essa nova fase do Nic!


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Post do Guest: Melhor amiga

E depois de 3 meses lá se foi a vovó, a primeira melhor amiga do Nic. Ontem, voltou pro Brasil.

Ela, com quem Nic passou horas jogando conversa fora, aprendendo palavras novas, brincando de carrinho, quebra-cabeça, lendo livros, inventando histórias surreais e apelidos engraçados um pro outro, fazendo alongamento (!), brincando de correr e pegar até cansar (não ele… ela). Ela, com quem ele dividiu o mesmo quarto e riam até dormir e riam ainda mais quando acordavam. E juntos escondiam debaixo das cobertas na hora que a mamãe chegava e era pura gargalhada, principalmente quando na pressa deixavam um bumbum ou um pezinho pra fora. Ela, que foi sua grande companheira no dia que a Lily nasceu e nos dias que se seguiram, e por isso ele nunca se sentiu em segundo plano ou menos amado. Ela, que dava colo na horas que ele se sentia triste, mas também quando estava feliz. E que o olhava com o maior amor do mundo.

Ela, a vovó São. A primeira grande amiga do Nic. O primeiro colinho de vó da Lily.

Ela, que deixou saudades, mas também um poema. Coisa de vó, coisa de amiga.

* * *

Queridos netinhos Nicolas e Lily,

Deixarei num poema algumas emoções vividas com vocês.

*

Vim do Brasil ao Canadá

Sem o inglês ou outra língua estrangeira falar

Que aperto! Que desafio!

Mas consegui aqui chegar

*

Rever Lu barrigudinha, Rafael magrinho

Nicolas parecendo um rapazinho

Foi tudo de bom, me deu firmeza

Me deu segurança

*

Nem o frio me abateu

Quantas brincadeiras fizemos – Nicolas e eu

Eu correndo atrás dele, ele atrás de mim

Na hora da minha ginástica, fazia alongamento: que fofo!

Contava até dez e dizia: agora de novo!

*

Após Lily nascer, emoção em cima de emoção!

Era não quero que “vóvias” pegue a Lilys!

Quero colo da “vóvias”!

Quero “pópias”, quero “momias”!*

*

O tempo vai passando e tudo vai se ajeitando

Você, Nicolas, está reagindo muito bem!

Gosta da Lily, é carinhoso

Fala o que ela dá conta ou não de fazer

*

Quando ela chora, você diz: “Coitadinha,

Ela está com fome!

Não pode judiar dela não!”

Não é um amor?

*

Para fazer xixi ou cocô: “Quero ir com a vóvis”

Corria na frente, fechava a porta

E éramos transformados em

personagens de histórias

*

Agora faz xixi no vaso,

em pé como um rapazinho

E o cocô,

Quase sempre só no peniquinho

*

Vendo cenas ou pequenos textos em inglês

surgem personagens que não sei pronunciar

Ele pergunta: vóvis confundiu tudo?!

E eu afirmo, então

A gente ri de montão!

*

Os carrinhos, os brinquedos

É coisa que não acaba mais!

É McQueen pra cá, é Mater pra lá

É carro cinza, é carro roxo voador

*

Vez ou outra você fala:

“E quando vóvis voltar pro Brasil, hein?

Como vai ser?

Ela veio do aeroporto?”

*

Lily é como o nome já diz, uma florzinha!

Nasceu vermelhinha, cabeleira negra

Um rostinho delicado, olhos claros, parecendo uma bonequinha

Lembrei-me do nascimento de cada filho!

*

Hoje, há pouco mais de um mês,

Escuta-se seus balbucios, corremos todos pra ver.

É uma grande emoção.

Quando chora, chora forte, grita, leva as mãos na boca

Com o passar, às vezes, nem de duas horas

*

Eu nunca vi coisa igual:

Quase não regorgita, não tem cheiro azedo

Seu cocozinho parece, como diz sua mãe,

Uma pasta de iogurte, tudo muito natural

*

Só sei dizer que tudo o que aqui vivi,

Não dá pra expressar em palavras

Levaria uma vida inteira

E muito ainda ficaria pra trás.

… E Nic pela primeira vez, agora entende o que é SAUDADE.

- Cadê a vovó, mami?

- Voltou pro Brasil, meu bem.

- Eu quero a vovó! Eu quero!

E faz beicinho de choro. Então a gente se abraça e fica ali, relembrando todas as coisas boas que vivemos com ela…


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E aí Nic, como foi seu Halloween esse ano?

Meu Halloween foi muito legal! 

Bom, eu na verdade demorei super pra descobrir o que era isso! Eu via doces, aranhas, fantasmas e muita, muita abóbora por todo lado e mamãe sempre dizia que era por causa do Halloween. Eu na verdade não estava muito preocupado com isso, eu só queria mesmo era comer aquele tanto de chocolate que a mamãe comprou e que eu vi ela escondendo no armário (danadinha!). Mas ela só sabia repetir que tinha que esperar o tal do Halloween pra gente comer.

Daí juro que pensei que Halloween fosse um homem sinistrão com cabeça de abóbora que viria nos visitar. E pior: que possivelmente comeria todos os nossos doces. E aquilo foi me dando uma aflição, uma frustração tão grande, que não consegui fazer outra coisa senão chorar. Sentei no chão e chorei muito, pedindo pra mamãe me dar um chocolatezinho pelo menos, que eu não queria esperar o tal do Sr. Halloween Papa Tudo pra comer os meus candies .

Então mamãe me pegou no colo com aquele barrigão de Lily e falou que tinha umas fotos pra me mostrar. Me contou que Halloween é uma comemoração muito divertida onde todos se fantasiam pra sair na rua e que inclusive é a festa preferida dela aqui no Canadá! Falou que ano passado foi nosso primeiro Halloween e que eu saí vestido de palhacinho pelas ruas de Vancouver e ganhei muitos doces! Pois quando ela falou isso, minha mente turvou (como ela mesma costuma dizer) e eu não consegui prestar atenção em mais nada. Daí perguntei pra ela onde então tinham ido parar todos aqueles doces! Então ela desconversou dizendo que tinha que parar por ali, que ela ainda tinha almoço pra fazer e estava atrasada. Ai, ai, essa mamãe tem cada uma viu… Pois aposto que ela comeu tudo sozinha e por isso tá com aquele barrigão todo! E ainda coloca a culpa na minha irmãzinha Lily!

(mamãe me paga! nem pra me avisar que eu estava com o corpo de Farm Queen (Rainha da Fazenda)…)

Bom, mas então, algumas semanas antes do Halloween desse ano, fomos a uma fazenda lotadona de abóboras, que aqui eles chamam de Pumpkin Patch. As pessoas costumam ir lá pra escolher uma abóbora, levar pra casa e fazer uma escultura iluminada chamada jack-o’-lantern pra colocar na porta da frente. Isso indica que elas estarão participando da brincadeira do trick-or-treat no dia do Halloween! 

E claro que a gente também estaria! 

Então num domingo, a gente acordou e fomos logo fazer nosso próprio Jack! Mamãe desenhou a cara dele, mas deixou pro papai cortar, pois ela disse que não é muito boa com facas. Ai, ai, eu tenho até medo quando ela mesma admite uma coisa dessas…

E por fim, o tão esperado dia de Halloween chegou!

Mamãe estava muito feliz por que com as palavras dela “desta vez teríamos uma experiência mais pessoal e tradicional da festa”. Eu não fazia a menor ideia do que isso significava e estava feliz mesmo porque finalmente eu iria comer alguns chocolates. Então fomos nos fantasiar. Eu sabia que iria vestido de abóbora, presente do meu amiguinho Davi, mas quase morri de rir quando vi a mamãe chegando com uma fantasia que ela mesma  fez às pressas naquele dia – também de abóbora!!! Ela disse que além de fazer par comigo na rua, era a melhor fantasia pra acomodar sua barriga de grávida! Pois pra mim não teve melhor!

Já o papai, se vestiu de um homem bem barrigudo pra ficar em casa distribuindo os doces às crianças que batessem na nossa porta. E pra cada uma ele dizia “não vá comer muito chocolate! Eu comi e olha como fiquei!”. Papai conta que pela primeira vez viu a verdadeira expressão de Halloween na cara das crianças! :D

* * *

Bom, infelizmente não tiramos muitas fotos da festa em si, que começou logo depois do por-do-sol – nem da procissão de  amiguinhos andando fantasiados e carregando velas e laternas pelas ruas escuras,  nem da gente batendo nas portas das casas e falando trick-or-treat!, nem das esculturas lindas em abóboras que vimos e nem da minha dificuldade de carregar aquela bolsinha tão cheia de doces! Mas a gente estava se divertindo tanto que acho que ninguém lembrou de foto! A gente só queria correr pra próxima casa e ser recebido pelo Frankstein ou pela Bruxa boa cheia de doces pra dar e brincadeiras pra fazer!

Nossa, foi muito bom!!! E agora, sei muito bem o que é Halloween! É uma festa de amigos, da qual saímos com dedos gelados de frio, a boca doendo de rir e a bolsa cheia, muito cheia de chocolates! :D


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Toda criança quer

Então parabéns pra quem falou “Toda criança quer” na brincadeira do último post!

Fala sério gente, tava moleza de acertar, né não? (haha)

Pra quem não conhece a música, estou colocando o video abaixo. Até onde eu sei não existe um video oficial da música, então roubei um que eu achei bonitinho do youtube mesmo. Vale a pena ouvir, a música é muito linda… eu adoro!!!

* * *

E pra não falar que eu só passei pra isso, vamos à algumas curtinhas, que tal?

- Nic continua chato pra comer. De frutas só come banana e olhe lá. De legumes, só brócolis, mas claro, isso também depende do humor dele. Arroz é sempre bem vindo, desde que não venha com feijão. Ovo e carne são imprevisíveis – um dia adora, vários dias não quer nem ver. Não come sopa, nem macarrão, sem salada, mesmo que venham fantasiados com olhos, bocas ou rodas. Nem uma feijoada caseira linda, gostosa e feita com carne de churrasco (!) como essa ele quis saber… Tem bobo pra tudo…

Mas enfim, descobri que o lado bom dele não comer é que pelo menos não estraga os dentes, né gente? Que esses sim, continuam branquinhos, alinhadinhos e lindos, assim, como se nunca tivessem sido usados, sabe? ;-)

- E sabe que de repente aflorou no Nic uma agressividade que nunca vi antes? Sem qualquer estímulo aparente, de repente ele chuta brinquedos, arremessa coisas, simula explosões e acidentes de carro e cospe no chão (sim, cospe!). Normal isso, gente? É coisa que toda mãe deve esperar no pacote de “meninos” mesmo, ou devo me preocupar?

- E apesar de não comer, energia é coisa que não falta no menino Nicolas. Corre o tempo to-do. Um dos mistérios da natureza. Se estamos conversando com alguém, ele está dando voltas ao redor da gente. Se vamos à biblioteca, ele empilha alguns livros no chão, toma distância e salta os livros. Se vamos ao parque, passa mais tempo correndo ao redor do playground que brincando nele. Enfim, menino ativo precisa de atividade. Né?

+

PS: video feito no único dia com cara de verão que a gente teve até hoje esse ano!

PS2: cuidado com volume do som, minha risada no final é escandalosa! :)

Beijos e até a próxima! :)


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Sorteio e carrinho de papelão

Cheguei a comentar aqui que a Mari, do Diário de Bordo,  está fazendo um sorteio de uma ilustração feita por mim do jeito que você quiser? Não? Que cabeça a minha…

Mas é isso mesmo. Vai lá no blog dela, leia as intruções e participa também! E só até dia 11, viu?

::::

E como o carrinho de papelão que eu mostrei no último post fez um super sucesso, vou contar como eu fiz. Acontece que outro dia entramos numa loja de brinquedos e eu encontrei estas pecinhas de plástico (dobradiças, parafusos, furador, etc) pra ajudar a fazer brinquedos a partir de materiais recicláveis que você tenha em casa. As pecinhas são bem simples, não têm nada demais e fico imaginando que deve funcionar também com pedacinhos de arame (daqueles que vem fechando embalagens de plástico, sabe?).

Bom, pra quem tem interesse, a marca é Makedo e é australiana. Parece que não vendem no Brasil ainda, mas o site é esse aqui.


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Conciliando – maternidade x trabalho

Até quem é daqui, que está acostumado a não ter empregada, se admira; mas quem é do Brasil então, se descabela só de tentar imaginar como é que eu consigo ser mãe em tempo INTEGRAL, cuidar da casa, fazer comida, ter meu próprio negócio em casa e ainda ter um marido que está sempre viajando. De vez em quando eu recebo um email ou comentário perguntando: “me conta, mulher, como é que você faz???”.

Pois se você também anda curioso, puxa a cadeira que eu te conto.

1. Primeiro de tudo, a rotina.  Se tem uma coisa que eu aprendi é que não adianta querer tocar o dia de qualquer jeito, sem horários definidos e nenhum planejamento. Claro que não precisa ter horário certinho pra tudo, mas é importante ter uns pontos “de amarração” durante o dia. Aqui em casa por exemplo, funciona mais ou menos assim:

7:30 – 8:00       café da manhã

até às 9:30        respondo emails, posto alguma ilustração nova no blog, termino uma outra, dou um hello no Twitter, boto roupa pra lavar, adianto algo do almoço

9:30 – 11:00      três dias na semana levo o Nic pra alguma atividade/escolinha. Outros dias são atividades caseiras mesmo.

11:00 – 12:30    enquanto Nic brinca lá fora, faço almoço, depois almoçamos e conto com a ajuda da minha amiga Serafina – a lavadora de louças

13:00 – 15:30   Nic dorme e é quando eu realmente consigo trabalhar (e ouvir minha músiquinha…) e tem dia que até animo de fazer um bolo :)

até 16:30           continuo a trabalhar dependendo da urgência do trabalho e do humor do Nic, claro

máx 17:00        me desligo completamente do computador (trabalho, emails, blogs, twitter, tudo). Hora do Nic brincar lá fora, de cuidar do jardim, fazer o social com os vizinhos e às vezes, de ajeitar a casa e guardar a roupa lavada.

18:30                   janta

Aqui, as atividades vão sendo adaptadas dependendo da estação. Como agora é quase verão, tem sol até às 21:30, então dá pra aproveitar muito o quintal e até jantar lá fora e fazer pic nic! O Nic adora, mas como não gosta de comer, é quando ele melhor consegue uma desculpa pra escapar do garfo: “Mamãe, olha o passarinho!”. “Cadê, Nic?”. E lá se foi ele correr.

2. Segundo, uma boa dose de organização e  disciplina.

Essa é a parte mais chata pra mim, mas é necessária.

- Por exemplo, nunca me levanto sem arrumar a cama, guardo a roupa assim que troco e tento não deixar coisas espalhadas pelas casa. Eu gosto muito de seguir a regra do “viu, pegou, guardou”, sem deixar pra depois. Claro que tem dia que eu passo pela casa com uma mão na frente dos olhos, já que de acordo com a regra, se eu não vejo não tenho que guardar. Mas estes dias são bem raros.

- Brinquedos, sempre incentivo o Nic a me ajudar a guardar, coisa que felizmente ele gosta de fazer.

- Limpeza do chão é uma vez por semana, believe me. Mas também, aqui ninguém entra com sapato em casa…

- Sempre que consigo, planejo o cardápio da semana e faço compras na medida certa. Mas como cozinha é a parte que eu menos gosto de tudo (blegh!), na maioria das vezes eu acabo procrastinando e inventando uma comida de última hora mesmo.

E o que me ajuda a manter a disciplina? Sem dúvida, a motivação pelo meu trabalho, a contribuição do Rafa quando ele está (um verdadeiro ás na faxina!) e meu interesse quase zero por televisão (vem me falar que isso não ajuda?). ;)

::::

- Então tá, entendi. Rotina, disciplina, bla, bla, bla. Mas e o Nic, coitado, o que esse menino fica fazendo enquanto você trabalha e ele não está dormindo? Largado, é???

Nããão… De jeito nenhum! Primeiro que Nicolas é menino bom que adora brincar do meu lado. Por isso mesmo, meu escritório tem toda uma infro-estrutura lúdico-criativa montada pra beneficiar Nicolas brincando, mamãe trabalhando. Vamos dar uma olhadinha? (estas fotos foram tiradas enquanto ele dormia, por isso ele não aparece. Shhhhh!)

Nesse cantinho do Nic eu tento não disponibilizar todos os brinquedos de uma vez. O rodízio aqui funciona que é uma beleza!

Abaixo é a foto da minha mesa de trabalho. Fácil, fácil de me distrair com esse visu da janela. Ainda bem que a lavanderia fica logo ali atrás de mim, que é pra eu não me esquecer de jeito nenhum das minha obrigações de Amélia. :)

E pras horas que o Nic requer atividades mais energéticas e sujismundas, ponho meu bloco de desenho debaixo do braço e lá vou eu desenhar (se der) enquanto Nicolas dirige alucinadamente o carro reciclado, escava todo o jardim ou brinca com a mais nova novidade do pedaço que é sucesso absoluto entre as crianças da vizinhança: o playground no quintal. (as fotos mais bacanas e surreais dessa sessão incluem outras crianças, mas como não pedi autorização pras mães, preferi não colocar)

E como tudo aqui no Canadá, o playground também veio integralmente desmontado (além de sem furos ou identificação das partes). O Rafa e nosso vizinho camarada (que ganhou acesso vitalício e irrestrito ao playground pra toda a família) ajudou a construí-lo. Por isso SÓ gastaram 2 dias pra montar tudo. o_O

Mas valeu a pena!

E claro, nos dias de chuva ou que nada disso interessa, Nic assiste a um filminho ou vem desenhar comigo… Taí uma das grandes vantagens de se fazer o que eu faço! :)


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As mães, as vacas e as aparições

Nic tá ficando gripadinho… Espirros, tosse, meleca, não tem comido quase nada e obviamente, voltou a acordar à noite… faz parte. Daí que hoje ele chegou pra mim no meio da tarde – horário nada usual pra um banho aqui em casa – e me pediu com aqueles olhinhos caídos e vozinha fanhosa:

- Qué tomar bambanho quentinho, mamãe…

Ahhhhh… Eu que estava trabalhando, não resisti. Parei e fui levá-lo pra tomar um banho quente. No caminho, ele sai pegando alguns carrinhos pra levar pra água com ele. Um dos preferidos ultimamente tem sido um par de caminhões de bombeiro, um pequeno e outro menor ainda.

Então no banho eu falei:

- Olha, esse caminhão maior é o Papi e o menor  é o Nic!

Ele adorou. Ficou brincando na água com o Nic nas costas do Papi, um dando beijinho no outro, um trombando no outro… e ele falava:

- Caminhão de Bombeio Papi, Caminhão de Bombeio Nickey (sim, agora tá com esse mania, desde que conheceu o personagem Mickey).

Até que eu viro pra ele e pergunto:

- Então tá. Você tem aí o Nic e o Papi. Mas… cadê a Mami??? – sinceramente, não sei porque eu pergunto essas coisas…

Nicolas olha ao redor. Vários brinquedinhos na água. Ele podia ter escolhido qualquer um…

- Tá aqui! Aqui mami.

E então, gente, posso chorar?

Ou ainda devo ficar feliz e agradecida por ele não ter escolhido o anfíbio pra ser mami? Hein? :-)

* * *

E atualizando o caso “do mulher

Pois parece que a visitante foi embora, viu? Quando o papai chegou de viagem fizemos uma pequena expedição ao quarto a fim de verificarmos a tal presença. E ao abrirmos a porta, reparei que o Nic não teve qualquer reação. Pra confirmar eu perguntei se ele ainda via a mulher lá, no que ele respondeu com grande segurança:

- Não, ela sumiu.

- Sumiu? Do tipo, foi embora?

- É, o mulher foi embóia.

- Quer dizer que ela não está mais aqui.

- É.

Respirei aliviada. Então olho pro Rafa e percebo nele um certo olhar cético, sabe? como se ele pensasse que tudo não tivesse passado de uma grande tempestade num copinho d’água?

Hmmm…

Então olhei pro Nic e falei:

- Nic, mostra pro papai onde a mulher estava antes, hein?

- Aiá! – e apontou pro mesmo exato lugar onde ele tinha me mostrado da outra vez.

VIU, seu Rafa?


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E o amiguinho secreto é…

Gente, pensa bem. Não é sempre que temos a oportunidade de conhecer uma pessoa meiga e atenciosa, um menininho fofíssimo e um blog super acolhedor ganhando um presentinho e cartinha primeiro, não é?

Pois foi assim, desta forma especial, que viemos a conhecer a Ilana e o Raphael (que inclusive agora tá andando!) através de suas histórias muito bem contadas no 1 + 1 são três.

E por que isso? Ora, porque o Raphael é o amiguinho secreto do Nicolas!!! Eeeehhh!!!!

Agora o recado é do Nicolas pro Raphael, viu gente? Mas ó, só pra ele!!!

O^O

Ei! Psiiiiiiu! E esse olho grande aí, hein? Eu não falei que o recado é só pro Raphael? Nossa, que povo mais indiscreto, meu Deus…

Então aí vai:

“Querido Raphael, essa foi a primeira vez que eu participei de uma brincadeira assim e gostei muito de ter tido você como meu amiguinho secreto! Parece que você adivinhou meu gosto, sabia? Mamãe deve ter contado que eu adoro brinquedinhos de montar, mas você me surpreendeu com o quebra-cabeças de madeira de dinoussauro. Eu amo os dinos!!! E cada um tem uma cor diferente! Muito legal!

Você também mandou um livrinho lindo, lindo. Mamãe também ficou fascinada e por um instante achei que ela tinha a minha idade… hahaha… essa mamãe… O livrinho é sobre um aprendiz de mago. Eu não sabia o que era isso, mas mamãe me explicou fingindo que transformava vários objetos em outros com uma varinha. Ai, ai… achei tão divertido… Principalmente quando ela me transformou num treinzinho! Eu adoro trenzinhos e saí pela sala falando Piuí! Piuí!!!!”

Hm, hm! Nic, e sobre o livrinho?

“Ah, sim, voltando ao livrinho… Desculpa, Raphael, mas eu só tenho dois anos e ainda sinto uma grande dificuldade em me focar em uma coisa só, sabe? Você deve me entender… Mas o livrinho conta que os truques do pequeno mago nunca dão certo.

Por exemplo, ele queria molho pro macarrão dele…

Mas com o feitiço, tudo o que ele conseguiu foi transformar o macarrão em cobras!!!

Eu adorei!!!

E olha eu  lendo o livrinho dentro da mala, Raphael! É, porque aqui em casa tem malas e caixas por todo lado. Mamãe diz que é porque estamos de mudança, mas eu acho mesmo que é porque ela adora brincar de colocar e tirar coisas das malas e caixas, assim como eu!!! Aposto que é isso!

E pra completar, você ainda mandou um cartãozinho super carinhoso que a mamãe leu todinho pra mim.

Muito obrigado por tudo, amiguinho, mais ainda pela gentileza de mandar tudo pra tão longe… Também queria aproveitar pra te dar os parabéns já que agora você está andando! Iuuupeee! Você vai ver como sua vida vai ficar ainda mais emocionante! Nada mais estará fora do seu alcance! Confia em mim, eu já passei por isso!

Um abraço grande pra você,

do ‘Nicoias’.”

* * *

Ai, que menino prodígio esse meu filho, tão pequeno e já escrevendo tão bem… :-)

Bom, e sobre a amiguinha do Nicolas… parece que ainda não recebeu nosso presentinho… Estamos torcendo pra que ela receba logo e goste, afinal escolhemos tudo com muito carinho…

* * *

PS: Pra quem acompanha o Blog pelo Google Reader, mil desculpas, mas aconteceu algum pau… Eu andei mudando as categorias de alguns posts antigos e não sei porque motivo alguns deles andam aparecendo no Google Reader como se estivessem sido acabados de serem publicados…


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Sorteio alternativo de natal: caça às renas

Que tal a gente fingir que não tem mais nada pra fazer na vida e brincar pra ganhar presente? Então bem vindo à caça às renas! :-)

COMO É A BRINCADEIRA:

Eu fiz o GRANDE favor de esconder estas quatro pequenas renas mais a árvore de natal em cinco diferentes posts deste blog nicolento.

Pra ganhar, você só tem que encontrá-los (só??? yeah, all right) e me dizer em que posts estão.

Está valendo um chinelo exclusivo da Decoupatti pra quem me der a resposta correta primeiro e uma garrafinha do legítimo maple syrup canadense pra quem chegar em segundo, também com a resposta correta.

E aí, se interessou?

REGRAS:

1. Ao encontrar as quatro renas e a árvore de natal, anote o nome dos posts onde elas estão e envie pro meu email: nicolandoporai@gmail.com

2. Depois deixe um comentário com seu email nesse post, mas sem as respostas (pra ninguém copiar, né? rsrs)

3. Valendo pra pessoas de qualquer lugar do mundo

DICAS:

- Parece difícil, mas não é tanto, viu? E pra não sacanear muito, já que são 177 posts neste blog, coloquei todas as renas somente em posts de 2010. Viu como eu sou legal?

- Já a árvore não, está num post de 2009, mas com um pouco de intuição você vai encontrá-la facilmente, já que o post tem TUDO a ver com a época natalina… (ai, ai, mais que isso e eu entrego o nome do post!)

- Use e abuse dos links de posts da barra lateral, do arquivo do blog, do Google Reader e da ferramenta de busca (caso sua intuição aflore!).

MAIS SOBRE OS PRÊMIOS:

Primeiro prêmio: Minha irmã vai fazer a decoupage em um chinelo com o padrão e o tamanho da sua escolha e mandar pra sua casa ainda antes do natal. Pra conhecer mais do trabalho dela, por favor, visite o blog Decoupatti ou clique na imagem abaixo.

Segundo prêmio: O Maple Syrup é um dos grandes símbolos canadenses e é uma delícia!!! Eu amo e se eu pudesse, mandava uma garrafinha pra todo mundo que participar, só pra vocês provarem como é bom! Pra quem não conhece, é como um melado, só que originado da árvore Maple. É perfeito pra esta época do ano, pois pode ser usado em panquecas, wafles, milkshakes e sobre as deliciosas rabanadas (ou french toast, que eu inclusive tenho feito com bastante frequencia aqui em casa… um perigo!).

GANHADORES:

Os ganhadores serão anunciados no blog e comunicados por email tão logo haja um. rsrs E os prêmios serão enviados pros ganhadores ainda antes deste Natal – a não ser que ninguém encontre as pobres coitadas dessas renas desaparecidas até lá!

Então, VALENDO!!! E BOA SORTE!

Atualização: Gente, já temos uma ganhadora do chinelo! É a querida e rapidíssima Fabi, do Para Você Com Amor! Agora só falta mais um pra ganhar o Maple Syrup! Hurry up!!!

Opa, opa, opa! Já temos a ganhadora do syrup! Já tô te mandando um email, Jujuba! Parabéns!

Valeu pela brincadeira, pessoal!!!

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