O lado cômico da maternidade


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Aloha! Estamos no Havai!!!

No momento estamos na ilha mais ao norte, a Oahu, onde fica Honolulu e Waikiki. Ma-ra-vi-lho-so isso aqui e depois de três dias, ainda estou tentando me conter de tanta emoção!

Mas vamos tentar ir por partes.

Eu não sei você, mas eu, quando pensava em Havaí, imaginava um lugar com mulheres polinésias de hibiscos nos cabelos dançando ula-ula por toda parte e onde todo mundo usasse colares de flores, camisas, bermudas, vestidos e chinelos coloridos. Também pensava em ondas da altura de edifícios, muito surf, sol, chuvas repentinas, praias paradisíacas, luais, coqueiros e coquetéis tropicais servidos no abacaxi. Ah! E claro, pensava em vulcões, vulcanismo anorogênico, lava fulmegante e Pearl Harbour.

E também tinha a idéia fi-xa de que todo mundo que chegasse aqui era recebido com um colar de flores (de verdade) das mãos de uma havaiana sorridente dizendo Aloha!, já ao descer do avião.

Pois se você pensa mais ou menos como eu, tá na hora de desmistificar algumas coisas.

Primeiro, apesar de termos sido recebido com muita simpatia pelo pessoal do aeroporto e com muitos Alohas!, pra minha grande decepção não ganhamos nenhum colar de flores. Fiquei triste, viu? E agora tô aqui pensando de onde foi que eu tirei essa idéia e temo que seja daquele programa Ilha da Fantasia que eu assistia na tv quando era criança. Lembra, aquele do anão vestido de terno branco? Ah, esquece… Você deve ser novo demais pra isso…

Quanto às mulheres polinésias, tem muitas, mas até agora não vimos nenhuma com saia de folhagem verde dançando ula-ula. Também vemos muita gente vestindo roupas floridas e colares, mas constatamos que são turistas (e que a maioria massacrante é japonês). Claro que a gente entrou na onda e nos vestimos à carater também. O Nicolas ficou LINDO!!! Mas a maior decepção de todas foi perceber que os colares são todos de plástico e comprados em qualquer loja ou farmácia por 10 dólares cada…

Oops! Desculpa se estou estragando a magia. Não deixa isso acontecer não!

Olha, as ondas gigantes, a gente ainda não viu, mas pela quantidade de surfista que vemos na água tenho certeza que elas existem sim, viu? Andamos com a câmera na mão pra tentar fotografar uma assim que apareça! E os vulcões com lava escorrendo, visitaremos já já nas outras ilhas. Depois eu conto.

E no mais, gente… Não teve nada que tenha me preparado pra beleza natural estonteante do Havaí… Na-da. Nem Discovery, nem o Lost, nem o filminho propagandístico do avião. O que a gente vê aqui é melhor do que qualquer coisa que eles conseguem mostrar. É um verdadeiro paraíso.

Águas super cristalinas, morninhas e de cor… azul turquesa com água-marinha? Sei lá, sei que é uma cor intensa, brilhante, viva… Aliás, todas as cores aqui são intensas. O verde das árvores, o branco da areia, o azul do céu, o colorido das flores. E quantas flores! E as montanhas? São super, super altas, exuberantes e rodeam o mar. Também tem crateras de vulcões (inativos) com peixes coloridos e corais, perfeitos pra uma snorkelada.

Cratera vulcânica inativa

E além disso, no Havaí existe uma atmosfera difícil de descrever… tão cheia de energia, alto astral e boas vibrações, como que convidando pra festas o tempo todo… e ao mesmo tempo, tudo tão relaxante e sossegado, como que induzindo a deitar numa rede à sombra de um coqueiro e dormir por horas…

Tá imaginando?

Outra coisa sobre o Havaí, é que é daqueles lugares que tem nomes bem longos, cheios de vogais e que você sempre tem que ler bem devagar pra não se perder, sabe? Tipo Kalanianaole, Kanehunamoku, Kaaaiai, Pauahilani ou Waikupanaha.

Bom, mas infelizmente nem tudo é perfeito ou divertido… Teve uma hora que a barriga roncou e fomos procurar comida… Percorremos vários lugares e só o que víamos era fast food, fast food, fast food… Milhões de concorrentes, cada um oferecendo o maior sanduiche acompanhado claro, por fritas e refrigerante de pelo menos 750ml. E as latas de lixo pelas ruas, lotadas de copos e latas descartáveis, mostram porque existem tantos desses estabelecimentos. O povo consome muito mesmo.

Pois desde que parei de comer fast food, há dois anos e quatro meses atras (Uhuu!) que fico assustada com tanto exagero… Ainda bem que conseguimos uma casa com cozinha. Eu não gostaria nada de ter que quebrar meu jejum… Isso sem falar no Nic que nunca nem chegou perto…

Então é isso… Deixa eu ir lá que daqui a pouco pegamos o cruzeiro. É com ele que vamos conhecer as outras ilhas do Havai. Mais aventuras nos aguardam!

E ainda fico devendo as fotos e as respostas pros carinhosos comentarios… Desde que saímos da Australia que estamos sem internet no nosso computador, então só passei pra dar as notícias rapidinho mesmo!

Beijos pra todo mundo!!!

PS: Ah! o voo pra cá, de 9 horas, foi noturno e apesar do Nic não ter dormido nem a metade do tempo (foi acordado por outro bebê que não dormiu nada, tadinho), não foi tão ruim assim. E felizmente já no segundo dia estávamos todos adapatados ao novo fuso horário.

PPS: Pra ler sobre a viagem completa Australia-Havaí-Vancouver, passa aqui!


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Terceira parada: Shark Bay (parte 2)

(Este não é outro post sobre a paixão do Nicolas por rodas. Mas pra onde você acha que ele estava olhando na hora de tirar a foto com o avião? Certamente não era pra câmera… :-)).

E aí fomos nós pro tão esperado voo panorâmico! Foi só durante este voo que nos demos realmente conta da magnificência e beleza de Shark Bay… A parte escura da água, que contrasta tão bem com o verde-azul cristalino, é o manto de ervas marinhas, alimento preferido dos golfinhos.

Também foi bonito ver como tudo é tão bem preservado… E isso se deve principalmente à dificuldade de acesso à maior parte das áreas. Dá só uma olhadinha na discreta estradinha de terra que corta o topo deste penhasco nas fotos abaixo. Não é qualquer um que chega em lugares como estes!

E pra nossa surpresa, o Nicolas se comportou lindamente no voo. Se interessou muito pela paisagem e apontava as coisas com o dedinho, mas por causa do movimento do avião e barulho do motor, ele ficou a maior parte do tempo tão quietinho que quase dormiu. Foi um alívio!

Depois deste, outro passeio campeão (principalmente pra nós, geólogos) foi a visita à Hamelin Pool, que representa uma verdadeira janela pro passado… 

A partir daqui, você pode pular pro próximo parágrafo se quiser! **Esta piscina de águas extraordinariamente hipersalinas formam o ambiente perfeito pro crescimento de estromatolitos, estas estruturas rochosas construidas pelas cianobactérias, também conhecidas como algas azuis. Olhar pra estes estromatolitos, era como estar olhando pra Terra à 3,5 bilhões de anos atrás, já que estas bactérias foi um dos primeiros registros de vida no planeta! E somente por causa da hipersalinidade das águas, que inibiu outras formas de vida marinhas, é que os estromatolitos estão ali preservados até hoje. Por causa da sua importância científica, os turistas só têm acesso à uma pontinha desta extensa piscina de “fósseis vivos”, através de uma passarela suspensa.**

Ei, você está aí ainda? :-)

Bom, quem não estava nem aí pro significado dos estromatolitos modernos era o Nicolas (eu sei, você deve estar se identificando bastante com ele!) e na verdade só queria saber de engatinhar de um lado pro outro da passarela.

Depois, pra completar, também visitamos a Shell Beach, uma extensão da Hamelin Pool que é aberta ao público. A praia é formada totalmente por pequenas conchinhas brancas, também graças à hipersalinidade da água.

E pra terminar estas férias tão interessantes, nada melhor que jantar fora (mesmo que às 17:30), tomar um vinhozinho (na pousada, pois o Nicolas não queria ficar nem mais um minuto no restaurante) e um abraço gostoso do Nic pra comemorar o aniversário da mamãe aqui (que como demorei tanto pra escrever estes posts, foi há quase um mês atrás!).


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Segunda parada: Kalbarri

Kalbarri é uma cidadezinha linda e pitoresca, com praias espetaculares, um cânion gigante e muitos pelicanos (veja ponto C no mapa aqui). Mas o que nos surpreendeu de verdade é que ao contrário das praias na costa sul, a vegetação na costa oeste não sofre nenhuma variação desde o outback – é tudo bush (uma espécie de caatinga). Bom, o problema não é a vegetação em si, e sim o que ela abriga: moscas e mais moscas.

Onde a gente mora é uma batalha pra conseguir sair de casa no verão, pois estas moscas estão em todo lugar e são terrivelmente irritantes. Elas tentam desesperadamente entrar nos nossos olhos, boca e nariz o tempo todo, são inúmeras e não desistem nunca.

Então já imaginou nossa cara, ao chegar em Kalbarri e descobrir que teríamos companhia, né? Que satisfação

O plano pro dia seguinte era visitar o cânion, a 60km de volta na estrada de onde viemos. Mas depois de saber que a famosa atração turística se encontrava bem no meiozinho do bush como o Nic estava visivelmente cansado das últimas cinco horas de confinamento no carro, eu desisti de ir e resolvi fazer um programa mais relaxado com ele na manhã do dia seguinte.

Assim, seguindo os horários do ainda madrugador Nicolas, fomos pra praia bem cedinho. Além dos seus brinquedos preferidos, levei comidinhas gostosas e tomamos café na praia mesmo  (é bem verdade que o Nic misturou areia no iogurte dele, mas ainda assim ele comeu tudinho com cara boa. Crack, crack, crack) e depois assitimos a principal atração de Kalbarri: a alimentação dos pelicanos. Neste dia tinham sete e juro que não faço a menor idéia de onde apareceram, mas estavam lá pontualmente às 8:45.

Infelizmente não tenho nenhum registro da nossa manhã, pois a câmera andava por estes lados:

E depois do passeio no bonito cânion, veio o Rafa me contar que não tinha quase mosca nenhuma por lá e que eu poderia ter ido tranquilamente. Imagina se eu tava preocupada com as moscas, Rafa… era o Nicolas, que tava tão cansadinho, tadinho… :-)

E o resto do dia curtimos aqui e ali, os três juntos outra vez. À tarde ventava bastante e nossa experiência na praia se tornou digamos, meio abrasiva… Era areia voando pra todo lado… Daí, encontramos uma praia com grama na frente e foi perfeito. Bom, pro Nicolas talvez nem tanto, pois além do chapéu que não lhe agradava nem um pouco, a grama era bastante “espinhenta”. Mas logo logo ele encontrou seu jeitinho de se locomover sem espetar os joelhos.

E pra fechar o dia, visitamos outras praias rapidamente…

Frio surpresa no final da tarde...

… depois fomos pedir uma pizza, que nem tava muito boa, mas o que nos encantou foi o lugar: um cinema daqueles ao ar livre, com muitas cadeiras em estilo de rede e um monte de famílias espalhadas pela grama com cobertores, travesseiros e até um vinhozinho, só esperando o início do filme…

Pena que não pudemos ficar, pois além da gente não ter ido preparado pro frio, já era quase hora do Nic dormir e preferimos não correr o risco de dar um show à parte… Mas que deu vontade, ah isso deu…

Sabia, Nic?

Eu, mamãe? Não sei de nada...


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Primeira parada: Pinnacles

Até que enfim conseguimos terminar de organizar e selecionar as fotos da viagem. Eu sei que principalmente o pessoal da nossa família anda ansioso pra vê-las, mas vou ter que postá-las aos poucos, afinal nossos dedinhos nervosos não deixaram o botão do clic um só instante e agora temos milhões de fotos… 

A viagem durou 10 dias. Voamos até Perth (A) e de lá percorremos mais de 1000km de carro até nosso destino final, Shark Bay (D). Como viagens de carro são sempre muito cansativas, especialmente pro Nicolas, fizemos o percurso aos poucos.

O primeiro lugar que visitamos foi Os Pinnacles (B), que são esses pilares calcáreos em meio a dunas desérticas a poucos quilômetros da costa oeste da Australia. Tá bom, sem mais detalhes geólogicos. Mas a paisagem é mesmo um espetáculo! Às vezes de relance eu tinha a impressão que era um grande cemitério…

Lá não tem nada mais pra fazer nos arredores, então chegamos perto do pôr-do-sol e partimos cedo pra Kalbarri (C) no dia seguinte.

 

 


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Primeira parte da viagem: Wave Rock e os cangurus brancos!

A viagem de férias foi ótima! 

Claro, uma loucura! Milhões de malas, com quase tudo só do Nicolas, roupinhas pra frio e calor, brinquedos, cadeirinha pra comer, papinhas, muita água e o trombolho do carrinho dele… Pensamos mil vezes antes de espremer tudo pra esse carrinho caber no carro, afinal ele tem um outro bem mais simples e leve, mas não reclina, nem protege bem do sol. Então levamos o trombolho mesmo e foi a melhor coisa que fizemos pois o Nic pode tirar as sonecas dele enquanto a gente passeava.

Nicolas dormindo enquanto a gente caminhava ao redor do afloramento.

Nicolas dormindo e ainda protegido da garoa fina que caia...

Outra coisa que ajudou muito, foi levar as papinhas congeladas pra vários dias. Achei excelentes dicas aqui. E tivemos sorte que todos os hotéis ou pousadas que paramos tinha um frigobar, então não tivemos problema pra conservá-las.

E o toque final pra essa viagem tão longa, foi garantir a distração do Nicolas no carro. Além dos brinquedos e palhaçadas da mamãe, compramos um daqueles dvds de carro. E nem foi tão caro… Assim, nos momentos mais críticos que ele já estava bem entediado, colocamos seus videozinhos preferidos (né tias Marcela e Rosa?).

A viagem

Nosso destino principal era Margaret River, na costa oeste da Austrália. Mas como são quase 900km até lá, achamos que seria tempo demais pro Nicolas ficar no carro em plena fase de engatinhar. Assim, quebramos a viagem e dormimos a primeira noite em Hyden, onde paramos pra ver a Wave Rock.

mapa

No total foram quase 2300km percorridos.

A Wave Rock é um granito erodido em forma de onda. Super cool! Além dessa onda gigantesca, também tinha o Hippo’s Yawn, que é o bocejo do hipopótamo. Tudo formas criadas pela natureza.

Wave Rock
Wave Rock
Bocejo do hipopótamo

Bocejo do hipopótamo

Bom, tudo isso já tinha impressionado a gente bastante. Mas como o Nicolas ainda estava dormindo, continuamos caminhando e acabamos descobrindo um zoológico pequeninho e foi aí que quase caimos pra trás: o que era aquilo?  Gente, eu juro que não sabia que existia… Até pensei que estávamos diante de fantasmas de cangurus, mas eram cangurus albinos!!!! Fiquei pasma!

white kangaroo

kangaroos

Foi aí que o Nicolas acordou, ainda a tempo de ver os cangurus brancos. E acordou feliz da vida!

Nic mostrando os dois dentinhos de cima, separadinhos como os do pai!

Nic mostrando os dois dentinhos de cima, separadinhos como os do pai!

lu e nic
Ciclistas feitos de sucata. Cidade de Hyden.

Ciclistas feitos de sucata, em Hyden.

Margaret River fica pro proximo post!


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Conhecendo Kalgoorlie – Western Australia Museum

Pois é… não foi desta vez que resolvemos virar GENTE… (clique aqui pra ler o post anterior). Saímos outra vez no domingo passado, e desta vez fomos visitar o museu de mineração.

É… se você está numa cidade de mineração, esse é o tipo de entretenimento que você provavelmente vai achar.

O museu mostra pepitas de ouro gigantescas, a primeira barra de ouro produzida e charretes, carros e utensílios do final do século 19 (época que o ouro em Kalgoorlie foi descoberto). Mas a melhor parte, é ir pro alto da torre e poder ver toda a cidade lá de cima. É um visu bem bonito!

Entrada do MuseuFoto tirada da entrada do museu - Hannan St

Avenida principal de Kalgoorlie - Hannan Street

Avenida principal de Kalgoorlie - Hannan Street

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charrete
Pepita de ouro gigante!

Pepita de ouro gigante!

Lu e Nic


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Conhecendo Kambalda – the Red Hill trail e os bonecos macabros (by Rafael)

Bom, depois de recuperados do susto pelo encontro inesperado, fomos pra Kambalda, a 80km de Kalgoorlie.

mapa

Uma das coisas que mais nos incomoda no outback Australiano é a falta de montanhas e relevo em geral (mineiros e geólogos que somos). Por isso não sei porque demoramos tanto em visitar um dos poucos senão o único mirante natural da região, a red hill em Kambalda.

Talvez seja porque eu trabalho na região e pego a estrada todos os dias (a Lu também até quando trabalhou). Mas visitar o lugar com olhos de turista é bem diferente. Nós havíamos visitado esse lugar brevemente quando viemos por aqui em 2005, mas lembro que o tempo estava feio e não fizemos a caminhada. Aproveitando o bom clima de inverno, outro dia animamos fazer a caminhada curta ao redor do cume do red hill (1,5km). De lá se tem uma vista razoável do lago de sal que ocupa grande parte dos terrenos da mineração onde eu trabalho  (muitas minas estão localizadas dentro ou debaixo do lago de sal, chamado Lake Lefroy).

Levamos o Nicolas no Baby Bjorn e ele curtiu muito, ficou rindo o tempo todo. Foi bem divertido e só faltou ver uns afloramentos de ultramáficas com spinifex, que escutei estão espalhados nas encostas (hehe, coisa de geólogo). Fica pra próxima… Estar outdoors tem um efeito relaxante no Nicolas, e no final das contas, na gente também…

Lago de sal visto do monte (Red Hill)

Lago de sal visto do monte (Red Hill)

 caminhada em Kambalda (19)

caminhada em Kambalda (10)

 caminhada em Kambalda (11)

Na volta paramos na rodovia pra tirar umas fotos de algo que sempre nos intrigou: uns bichos de pelúcia pendurados nas árvores de forma bizarra. São vários! Eu perguntei pra uma galera daqui o porque desses bichos e a única pessoa que arriscou um palpite disse que eles marcam entradas de trilhas a partir da rodovia. Não sei não, eles são sinistros de mais, isso pra mim é macumba down under! :-)

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É bizarro ou não é?

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Ursinho de pelúcia com cabelo de casca de árvore!


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Conhecendo Kalgoorlie – Super Pit

O Super Pit é uma das maiores minas a céu aberto do mundo, com 3,5km de comprimento, 1,5km de largura e quase 400m de profundidade (ou será 500?). Bom, de qualquer forma, é tão grande, que os gigantescos caminhões parecem brinquedinhos vistos lá de cima. Essa mina, que ainda está em operação, é também uma das principais atrações turísticas de Kalgoorlie-Boulder e pode ser vista de um mirante aberto ao público.

As explosões de rocha ocorrem regularmente na mina e são sentidas como um terremoto por toda cidade. Algumas vezes chega a ser assustador!

superpit_map

4 Superpit (1)

4 Superpit (4)

Olha só os caminhões lá embaixo. Parecem brinquedos!

Então, num desses domingos em que a gente se sentiu obrigados animados a dar uma voltinha, demos uma passadinha lá no Super Pit. Não é das coisas mais divertidas a se fazer, mas… Lá fomos nós!

Super Pit

Este é o tamanho dos pneus daqueles caminhões lá embaixo na mina!

Super Pit (3)

Pá carregadora das escavadeiras. Pequenininha, né? :-)

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