O lado cômico da maternidade

Conhecendo Kambalda – the Red Hill trail e os bonecos macabros (by Rafael)

6 Comentários

Bom, depois de recuperados do susto pelo encontro inesperado, fomos pra Kambalda, a 80km de Kalgoorlie.

mapa

Uma das coisas que mais nos incomoda no outback Australiano é a falta de montanhas e relevo em geral (mineiros e geólogos que somos). Por isso não sei porque demoramos tanto em visitar um dos poucos senão o único mirante natural da região, a red hill em Kambalda.

Talvez seja porque eu trabalho na região e pego a estrada todos os dias (a Lu também até quando trabalhou). Mas visitar o lugar com olhos de turista é bem diferente. Nós havíamos visitado esse lugar brevemente quando viemos por aqui em 2005, mas lembro que o tempo estava feio e não fizemos a caminhada. Aproveitando o bom clima de inverno, outro dia animamos fazer a caminhada curta ao redor do cume do red hill (1,5km). De lá se tem uma vista razoável do lago de sal que ocupa grande parte dos terrenos da mineração onde eu trabalho  (muitas minas estão localizadas dentro ou debaixo do lago de sal, chamado Lake Lefroy).

Levamos o Nicolas no Baby Bjorn e ele curtiu muito, ficou rindo o tempo todo. Foi bem divertido e só faltou ver uns afloramentos de ultramáficas com spinifex, que escutei estão espalhados nas encostas (hehe, coisa de geólogo). Fica pra próxima… Estar outdoors tem um efeito relaxante no Nicolas, e no final das contas, na gente também…

Lago de sal visto do monte (Red Hill)

Lago de sal visto do monte (Red Hill)

 caminhada em Kambalda (19)

caminhada em Kambalda (10)

 caminhada em Kambalda (11)

Na volta paramos na rodovia pra tirar umas fotos de algo que sempre nos intrigou: uns bichos de pelúcia pendurados nas árvores de forma bizarra. São vários! Eu perguntei pra uma galera daqui o porque desses bichos e a única pessoa que arriscou um palpite disse que eles marcam entradas de trilhas a partir da rodovia. Não sei não, eles são sinistros de mais, isso pra mim é macumba down under! 🙂

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É bizarro ou não é?

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Ursinho de pelúcia com cabelo de casca de árvore!

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6 pensamentos sobre “Conhecendo Kambalda – the Red Hill trail e os bonecos macabros (by Rafael)

  1. esse ultimo post demonstrou uma tendencia exótica dessa família.

    esse negócio de querer ver afloramentos ultramaficosos!
    e esse bonecos pendurados!!?
    niusgaa! é macumba com certeza!
    por favor, não sigam essa trilha, meninos!!!!

    hehhahaha
    [que dia surreal… café onze horas, tetemunhas de jeová mutantes, busca por afloramentos ultramafiosos, bonecos macabros… muito surreal!]

  2. hahahahaha! nem me diga… olha, esses TJ aqui são mutantes mesmo! E os bonecos… sinistro demais! Nem pensando que a gente segue essa trilha! Mas valeu pelo dia!

    Beijos, fofa!

  3. Pingback: Conhecendo Kalgoorlie – Western Australia Museum « Nicolando por aí

  4. Pingback: Como fazer a gente sair todo final de semana… « Nicolando por aí

  5. Pingback: patti aqui, patti lá « Nicolando por aí

  6. Olá!

    Tudo bom?
    Bem, estou pretendendo, mas um pouco receiosa, fazer seu caminho inverso.
    Moro em TO há 2 anos e namoro um australiano.
    O moço mora lá, mas está trabalhando num Projeto aqui nesse ano.
    Enfim, estou indo em Dezembro e a idéia é que eu gostando, me case e mude.
    Sei que a Austrália é um país bacana e tal, mas ele mora em Kalgoorlie. 🙂
    Sou do Rio (zona sul), moro em TO (downtown) e por mais que tenha chegado num momento em que quero refazer minha família (sou divorciada e tenho um filho de 4 aninhos -todo mundo brasileiro) e vida em cidade grande e agitação não sejam mais o foco, será que é uma mudança muito radical?
    Sendo muito sincera, vou morrer de tédio?
    Se vc puder me contar um pouco mais do modus vivendi local e se existem mais brasileiros por lá, se pudesse me passar os contatos, eu apreciaria muitíssimo.
    Em TO não interajo somente com
    a Comunidade Brasileira, mas que é um bom respaldo isso é.
    Faz com que eu me sinta mais em casa, porque tem hora que a gente precisa do alento conhecido, mais afetuoso e que só nosso povo sabe oferecer.
    Grata,
    Priscila

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