O lado cômico da maternidade


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O comichão do layout novo me atacou

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Ano novo requer cabeçalho de blog novo, né gente? Agora sim, tô pronta pra 2013!

Feliz próximo ano pra vocês e nos vemos logo, hein? 🙂 Beijos!


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Os leitores, as leitoras, o leiteiro e o meliante do Havaí

Você aí, não me leve a mal, mas tem cada figura que aparece aqui pelo meu blog, que vou te contar, viu?

Vou nem considerar a galerinha do “ótimo post, como faço pra mudar pro Canadá?” ou “adorei seu blog de moda, que tal publicar um post com meu link?” ou então “olá nicolilando, você estaria interessado em divulgar nosso produto?” (tá falando com meu blog? vou esperar ele te responder então), que esses tipos são mais raros, né gente? Felizmente, a maioria é só pessoal bacana e educado.

Inusitado foi uma vez, quando eu, certamente com milhões de coisas pra fazer mas claramente optando por focar as prioridades, fui dar uma olhada nas estatísticas do blog nicolilento. Comecei a analisar por onde chegam, por onde saem, como chegam, porque diabos leem esse blog, quando caio nas buscas do Google que trouxeram parte dos leitores naquele dia. Passo os olhos no de sempre: “viagem de avião com criança”, “relato de parto”, “castelo de caras” (haha), “morar no Canadá”, “como pegar mulher no Havaí”, “bebê com refluxo”.

– Cumé?

Rebobino os olhos e leio de novo: COMO PEGAR MULHER NO HAVAÍ?

E quase caio no chão de tanto rir. Certamente o figura, passando por um dramático período de vacas magras no paraíso do ula-ula (quem nunca?), resolve pedir ajuda pro Seu Google na esperança de que o oráculo lhe forneça uma fórmula mágica pra aliviar seu… hm, hm… probleminha, e vai parar onde? Num blog materno, minha gente.

Pobre criatura.

O post que o trouxe até aqui era sobre o Havaí, nem pense que não. Mas nem preciso dizer que o tema geral passava léguas de distância do que ele procurava, né? Mesmo porque, se tivesse o minimo a ver, minha sugestão seria que ele começasse riscando do seu vocabulário termos pejorativos como “pegar” quando se referisse a mulheres, já que continuando assim, grandes chances de que a única coisa que ele continuaria pegando seriam somente ONDAS… Como ele mesmo falou!

Sim. Porque 5 minutos depois de eu analisar a estatísticas, me chega um comentário DELE no post ula-úlico.

Não, ele não deixou o nome verdadeiro. E não, ele não mencionou estar tendo dificuldades de… hm… entrosamento com a comunidade feminina. Aliás, ele deixou um comentário até bem simpático, viu? Mas mesmo assim, tive tremenda dificuldade em desvincular o comentário bacana da informação prévia que eu já tinha sobre a pessoa.

Não que isso seja da minha conta. Mas não é bizarro? Eu saber de um apelo tão intimo de alguém que nunca vi, mas calhou de passar pelo meu blog? E se essa mesma pessoa estivesse confessando um crime, gente? Tipo “matei meu chefe no Havaí, como me safar?”. E ao invés do nome fictício tivesse deixado o nome verdadeiro? O que eu faria?

E como não pensar em quantas vezes ficamos sabendo de coisas super constrangedoras de pessoas que nem sonham que a gente saiba? Quantas pessoas você já pegou dando aquela cutucada no nariz sem saber que estavam sendo observadas? Quanta coisa o Seu Google e toda sua equipe geek saberão sobre nós com base nas nossas buscas desesperadas? E por último, mas não menos importante: mulheres do Havaí serão realmente tão difíceis assim?

São muitas, muitas perguntas.

* * *

E aproveitando o ensejo, gostaria de dizer que se alguém aí for dono das seguintes buscas no Google e quiser se pronunciar nos comentários, agradeço, viu? Olha o que eu encontrei aqui:

“Não durmo há 3 anos”
“Cansei de ser descabelada e com olheiras”
“Fui à pedicure com a meia furada”
“Quero um adesivo de parede da Cuca”
“Como derreter o coração de uma mulher pelo Face”
“Tenho atração por mulher de peruca”
“Procuro famílias naturistas”
“Vídeo pornô da Lucy”

Gente? Tá, os primeiros eu até entendo, mas “famílias naturistas e video pornô da Lucy”? Como assim? Como alguém digita isso no Google e chega aqui no meu blog? Sou só eu ou vocês também acham que estou precisando pensar um pouquinho mais antes de escrever meus posts?

* * *

Mas enfim, o que eu queria mesmo com esse lenga lenga todo era agradecer, sabe? Afinal, esse blog nunca teve tantos leitores como hoje em dia! Independente de como você chegou aqui, muito obrigada pela visita (bom, exceto se você é a pessoa que hipoteticamente cometeu o crime no Havaí, óbvio). Obrigada pelos comentários, pelos emails ótimos que me fazem sentir mais próxima de cada um, pela interação divertida no facebook. Obrigada às pessoas que comentam aqui e na lalelilolu sem se darem conta que a palhaça e a ilustradora são a mesma pessoa (preocupa não, já fiz isso também!).

Obrigada também, àqueles que leem quietinhos mesmo sem nunca deixarem um comentário. Aliás, que tal deixar um hoje? Nem que seja só seu nome e onde mora? Gostaria muito de te conhecer também! E ó, não fica com medo de eu descobrir que você chegou aqui por ter digitado “me apaixonei pelo leiteiro” não, viu? Os casos em que consigo fazer essa relação são raríssimos e normalmente não tenho a menor ideia de como os leitores novos chegam aqui!

Agora, caso você realmente tenha chegado aqui por conta de uma paixonite com o leiteiro, colega, saiba que isso é algo que até meu próprio marido desconfia, haja vista que ninguém mais nas duas famílias tem os olhos azuis da caçula – exceto pelo bisavô dela, imagine.

– É do padeiro? – pergunta ele depois de olhar longamente pra Lily.
– Padeiro? Não, ele nunca me deu bola.
– Do açougueiro?
– Claro que não, você sabe que não gosto de homem com bigode.
– Ah, então deve ser do leiteiro!
– Hm, sabe que tem chance?

E a gente ri.

– Bom, vamos parar de jogar conversa fora que tenho que publicar esse post. Afinal. depois é ferias, né?
– Você só volta a escrever no blog no outro ano, amor? Sabe que me divirto com seus posts.
– Eu sei. Mas acho que você só lê tudo porque tem medo que eu fale mal de você, não? E  sim, muito provável que post novo só ano que vem.
– E o pessoal nao acha ruim?
– Não te falei? Eu tenho um ou outro leitor estranho, mas em geral todo mundo é super bacana!
– E o meliante do Havaí?
– Ah não. Menos ele. Claro.

* * *

É isso, gente! Um SUPER Feliz Natal pra todo mundo, tá? Beijoca no nariz de pipoca!

PS: E não se esqueçam de se pronunciarem quanto às buscas do Google. Tô me coçando pra saber quem chegou aqui procurando esse tal de pornô da Lucy! 😉

UPDATE: Tive um ótimo insight pra resolver a trama e fortemente desconfio que o leiteiro, o pegador de ondas, o meliante e o fã da Lucy sejam a mesma pessoa. Faz o maior sentido, gente! Expliquei tudo ontem, na Fanpage. CORRE LÁ!


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A incrível (e hereditária) sutileza masculina

Este post é candidato ao concurso “O melhor post do mundo da Limetree

(Dó dôceis que agora eu descobri que posso entrar no concurso com vários posts… :))

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Rafael é conhecido, entre outras coisas, por sua até bem intencionada, porém brutal honestidade ao emitir sua opinião, principalmente no que tange a visuais femininos. Não que ele seja um expert no assunto, não mesmo. Mas sabe como as mulheres podem ser susceptíveis a opiniões alheias sobre a aparência delas, né? Especialmente aquelas que já tiveram seu imóvel uterino ocupado por um inquilino espaçoso.

* * *

Pois bem. Após semanas se preparando pra aquele aguardado evento (primeira festa de gente grande depois do nascimento do filho, ui!), por fim ela decide o vestido. Só ela sabia da dificuldade que foi andar dias com um menino espevitado a tiracolo em busca do modelito perfeito. Mas encontrou. Talvez um pouco ousado se comparado ao seu usual pretinho básico-que-nunca-tem-erro, mas aquele vestido era especial. Sexy sem ser vulgar, exuberante sem ser exagerado, e principalmente, conseguia esconder com elegância aquela pochete anexada à sua barriga.

Dá então o último retoque na maquiagem, calça aquela sandália que só reforça a imagem de “essa-sabe-o-que-está-fazendo”, pega sua bolsa e sai toda confiante e poderosa do quarto, quando dá de cara com o marido.

Esse, dá um pulo pra trás ao vê-la.

– Credo! Tem certeza que você vai com esse vestido? – solta ele.

Conhecendo o marido como conhecia, ela não se deixa abater:

– Claro que vou com esse vestido, ele é lindo!

– Mas e essa cor???

– A cor? O que que tem a cor? – pergunta ela levando a mão à orelha. Era a pulga.

– Essa cor é MUITO feia, arregalada demais! Não ficou bem não!

– Como assim? Essa cor é fashion! É a cor do verão, todo mundo tá usando, tá? Você não sabe de nada! – reage ela rapidamente tentando impedir sua auto-estima de ir pro brejo.

Mas ele não para.

– Fashion… Pois esse negócio de fashion tá é por fora, tem que usar o que combina com você! – insiste ele mesmo com o risco de levar uma sapatada na cabeça – E olha esse babado estranho! Credo! Melhor se você tivesse arrancado ele fora…

Pronto, agora a pulga tinha virado um hipopótamo.

– Mas vamos assim mesmo que a gente já tá atrasado. Olha, pelo menos seu cabelo tá bonito!

Pois nesse ponto, a pobre vítima já não escutava mais nada. Com seu rímel borrado pelas lágrimas que teimavam em cair, com ódio profundo daquela criatura que já tinha conseguido arruinar a sua tão aguardada festa, agora ela tenta, sem a mínima esperança, encontrar um outro vestido de última hora, que lhe faça sentir tão linda e especial como há poucos minutos atrás tinha ousado se sentir.

Cruel, não é? Pois saiba que pode ser pior.

Imagina agora que ao invés de ousar com babados e cores vivas, a mesma mulher resolva seguir a linha tradicional e por aquele vestido classudo maravilhoso pro casamento da melhor amiga.

O marido em questão a olha de cima a baixo, pede pra ela dar uma voltinha e diz:

– Esse sim, é um vestido bem bonito…

Ela sorri com deleite.

– … pena que não fica bem em você – estraçalha ele, ainda que querendo ajudar, acredite.

* * *

Agora, não pense que ele ataca somente as mulheres próximas com suas críticas não. Sobra pra qualquer uma, até mesmo no momento mais desumano de todos: durante o PRÓPRIO evento.

Foi o que aconteceu a uma amiga nossa, na sua festa de formatura da faculdade. Pobre Maria Eduarda… nunca esquecerei uma figura tão radiante e feliz se esmorecendo daquela forma.

Ela estava linda, com sua delicadeza de sempre, em um vestido maravilhoso naquele corpinho de violão. O penteado, irretocável. Mas pecou, não ao carregar sua maquiagem daquela forma, mas ao passar a menos de 5 metros de distância daquela criatura-sem-travas-na-língua: meu prezado marido.

– Que bom que vocês vieram! – nos recebe ela com nítida alegria.

Eu olho pra maquiagem dela e já prendo minha respiração.

– Parabéns pela formatura! – diz ele já dobrando um pouco os joelhos e analisando o rosto dela por um ângulo e luz melhores.

“Não, fala nada, não fala nada” – mentalizo eu.

– Tá bonita, hein Duda? – diz ele.

Eu volto a respirar aliviada

– Só sua cara é que está meio estranha…

Oh boy. Lá vamos nós.

– Tá alaranjada… e seu pescoço, bizarramente, todo branco.

Não preciso dizer que seu sorriso nublou, né? Nos pediu licença e desapareceu.

Saimos em sua busca, mas encontramos uma outra amiga, que após saber do ocorrido, olha nos olhos daquele ser sem coração e dispara:

– Acorda pra vida, Rafael! Você não pode falar assim com uma mulher! Sabe onde ela deve estar agora? Chorando lá atrás sozinha na beira da piscina. E sabe porque? Por insensibilidade sua! Deixa eu te falar uma coisa. Sempre que você ver uma mulher, mesmo que o batom dela esteja todo borrado assim ó (ela faz o movimento) ao redor da boca, e ainda que esteja parecendo o Bozo, sim, o Bozo! põe na sua cabeça que ela está linda, maravilhosa, perfeita! Principalmente se é o dia da formatura dela!!! Entendeu???

– Mas a cara dela estava esquisita demais. Eu falei porque de repente ela podia dar uma lavadinha no rosto…

– Entendeu, Rafael?

– Entendi.

Entendeu nada, porque ele continuou fazendo isso por um bom tempo ainda.

* * *

Mas então, depois de eu te contar tudo isso, você veja bem a minha sorte.

Tava eu ontem, me arrumando pra sair com o Nicolas e visto uma calça jeans com uma bata que eu amo. Nicolas, agora com quase 20 meses, tá com a mania de antes da gente sair fazer um checagem geral. Ele olha pra mim de baixo pra cima e fala apontando: sapato, calça, busa, bolsa, cabeio.

Pois ni que eu visto esta bata, ele vem e me fala:

– Sapato, calça, sacoia, bolsa, cabeio.

Sim, você não se enganou. O Nicolas chamou minha linda e amada bata de SACOLA.

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Eu tô feita ou não tô?

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Texto editado do original postado em Junho de 2010, concorrendo a uma viagem pra NY. As votações começam a partir desse dia 15 de Junho! O link é esse aqui tá gente? Valeu!


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Carta à Mãe Natureza – Proposta de Reforma (reblogado)

Este post é candidato ao concurso “O melhor post do mundo da Limetree” 

Querida Mãe Natureza,

Desculpe a petulância em te escrever, eu sei o quanto a senhora é ocupada, mas deve constar aí no meu cadastro que eu estou grávida, né? E mulher grávida a senhora sabe como é, fala o que vem na cabeça e muitas vezes tem umas ideias que não teria em outras circunstâncias, não é mesmo? Coisas dos hormônios.

É que tem uma questão que anda me incomodando bastante, sabe?

Já reparou que quando um casal decide engravidar não existe opção senão a MULHER encarar o processo e abrir mão de um monte de coisas? Olha, dona Mãe Natureza, não estou reclamando do privilégio de se gerar um ser, longe disso. Eu mesma adoro ficar grávida, mas cá pra nós, encarar enjoos, aumento de peso, estrias, discriminação no trabalho, dores por todo o lado, incontinência urinária, hemorróidas, coceira na barriga, limitações de movimentos, mudanças de humor repentinas, andar de pata, diabetes gestacional, entre tantas outras coisas mais, não é lá muito agradável, é? Claro, cada sintoma tem um porquê de existir, afinal estamos gerando uma pessoa com pele, ossos, órgãos e cabelo, eu sei!

Na verdade nem é ter esses sintomas o que mais me incomoda e sim o fato da gente passar por tudo isso enquanto O PAI da criança continua lá INTACTO e levando sua vida normalmente, sabe? Acredita que até  já ouvi falar de homens  que duvidam que a oscilação de humor e crises de choro e raiva que as grávidas têm durante toda a gravidez de vez em quando, não têm nada a ver com a explosão de hormônios dentro delas? É muito chato isso. Meu marido mesmo acha que meus atuais e frequentes lapsos de memória não passam de desculpa, veja só!

Por isso, eu gostaria muito de propor uma pequena reforma, dona Mãe Natureza, por favor não me leve a mal. Olha, não precisa ir lá na origem da fisiologia masculina e sair mudando uma porção de coisas pra gente poder se alternar com eles não. Mas que tal fazer assim: a gente gera e os homens sentem os sintomas?

Tava pensando mais ou menos o seguinte ó, veja se é possível mexer os pauzinhos aí:

Que tal AS MULHERES poderem curtir sossegadas os três primeiros meses e se focarem nos exames, em tomar o ácido fólico de cada dia e lerem tudo sobre o desenvolvimento daquele serzinho que recém formou os dedinhos, enquanto os HOMENS sentem todos os enjoos, vomitam até as tripas só com o cheiro da comida e têm tonteiras e muito sono?

Por que cá pra nós, Mãe Natureza, é meio contraproducente esse negócio de vomitar enquanto temos alguém lá dentro que depende do que comemos, né não? Mas se quem vomitar for o PAI, então problema resolvido, não acha?

Outra coisa… e esse negócio da gente ter esses desejos abruptos e incontroláveis de comer tantas coisas impróprias como pedaços gigantes de torta de nozes ou brigadeiro com colher? Não, o pior não é comer, imagina Mãe Natureza, mas sim, os níveis de glicose e os tantos quilos à mais depois, né? Mas como eu sei que tudo na casa da senhora tem um equilíbrio, que se a gente come em excesso esse excesso tem que ir pra algum lugar, então que vá pra ELES. Assim, a gente continua cuidando pra que nosso bebê não nasça com cara de torta de prestígio ou banana caramelizada, enquanto as calorias à mais migram felizes pro papai da criança. Não te parece muito mais justo? Sem falar que depois, quando a gente estiver amamentando, os quilos à mais vão embora de qualquer forma, não é isso que todos falam? ;)

Assim, acho que ficaria tudo muito mais harmônico, Mãe Natureza. As relações entre homens e mulheres ficariam mais estreitas e cheias de compreensão. Afinal, dá pra imaginar conexão mais forte que essa: minha barriga crescendo, mas meu marido perdendo o equilíbrio, tropeçando e andando com a mão apoiada na lombar inferior ? Minha pele se esticando todinha, mas ele saindo correndo feito um louco atrás do melhor creme pra passar na barriga DELE pra ELE não ter estrias? Eu conseguindo dormir a noite toda pra me sentir revigorada dia após dia (super importante pra saúde do bebê!), enquanto ELE se levanta a noite toda pra fazer xixi ou acorda com um chute nas costelas? Eu seguindo com todas as minhas atividades normais até o final da gravidez enquanto ELE sente as dores nas costas, os pés inchados e todo o desconforto típico associado à esta etapa? Eu dando à luz ao bebê e amamentando em livre demanda, enquanto ELE sente todas as dores do parto e  rachaduras no mamilo?

Tudo isso não contribuiria pra torná-los ainda mais engajados na maternidade e não lhes daria a oportunidade de finalmente poderem participar ativamente e entenderem TODO o processo, dona Mãe Natureza? Pensa bem.

Ah, mais uma coisa, Mami Natureba (desculpa a intimidade, mas é que depois de ter falado tudo isso, me senti tão próxima da senhora), tem algumas coisinhas que a senhora não precisa se preocupar muito em mudar porque dá muito bem pra viver com elas, viu? Tipo, a maravilhosa sensação de borboletas na barriga, os cabelos que de repente adquirem um brilho espetacular, a pele que mais sedosa e lisa impossível, e o mágico retardamento do crescimento dos pelos da minha perna que me permitem depilar somente a cada 3 meses. Pode deixar essas coisas desse jeitinho, tá?

Ah, mas se quiser passar essas unhas quebradiças horrorosas pra ele, também agradeço!

E muitos beijos pra senhora!

Lu

PS: Mãe Natureza, fiquei aqui pensando, agora imagina o que essa reforma não faria pra aquele homem safado que engravida duas mulheres ao mesmo tempo? Hein? ;)

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Texto originalmente postado em Setembro de 2011. Pra votarem nessa grande Proposta de Reforma em favor das mulheres gravídicas corre nesse link a partir do dia 15 de Junho! Obrigada!


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Teste da Violência Obstétrica – Dia Internacional da Mulher – Blogagem Coletiva

Todo mundo tem direito a fazer escolhas. Todo mundo tem direito ao respeito e à integralidade do seu próprio corpo. Todo mundo tem direito à informação verdadeira e confiável. Todo mundo, incluindo as mulheres. E em qualquer circunstância, incluindo o parto.

* * *

Gente bonita, um tema tão importante mereceria um post mais elaborado, mas estou na correria entre consultas medicas pra Lily, Nicolas e eu mesma. A gripe aqui não está perdoando ninguém. Bom, pelo menos os inquilinos já nos deixaram em paz!  Mas não poderia deixar de postar pelo menos esse questionário abaixo. Por favor, quem puder, participe! Obrigada!

(link para o teste expirou)

Esta é uma campanha criada pelos blogs Mamíferas, Parto do Brasil e Cientista Que Virou Mãe.


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Enquanto a Lily não vem…

… eu passeio na pracinha, falo de nossas viagens e ainda conto sobre alguém dormindo no nosso sofá. (Ó, adianto que não é o marido, viu? :D)

… faço bichinhos pro mobile dela, com a ajuda da vovó

…. e ainda tento fazer pose pra mostrar a barriga de 40 semanas.

Tudo enquanto a Lily não vem. Porque depois que ela vier, minha amiga, já vou ficar feliz se conseguir tempo pra dormir!

Beijoca no seu nariz de pipoca!


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No Blog da Clauo!

Pessoas queridas, tudo bem quando eu não escrevo aqui mas escrevo em outro blog, né? Porque  foi o que aconteceu essa semana (de novo!). Desta vez fui convidada pela queridíssima Clau pra escrever um post de estreia da sessão “Participações Super Especiais”. Olha que chique!!!

Ela me pediu pra falar sobre o que me motiva a escrever um blog (ou dois!) e eu juro (juro!) que tentei escrever um post normal e sensato (qual a dificuldade nisso, né?), mas claro que meu plano descarrilhou e acabei falando mesmo foi das poderosas forças contrárias que insistem em me manter longe do blog.

Vai lá no Blog da Clauo, lê o post, mas não vale rir, hein? A situação é trágica, meu povo! Muito trágica.

Beijos e logo volto com um post por aqui! Promise!


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Essa é amiga mesmo!

Vira e mexe eu estou aqui no blog falando da Gra.

Gra? Não? Aquela moça, gente, que tem um bom gosto danado pra nomes, sabe? Isso!! A mãe do Nicolas! Aquela que mora lá onde se toma o chá das cinco, escreve o blog Faça da sua vida uma obra de arte! e vive mandando presentinhos fofos pra gente. Então, há muito tempo que eu venho devendo um post decente pra ela. O primeiro foi esse AQUI, que eu fiz pra agradecer pelo lindo cartão que eles nos enviaram, mas eu acabei falando mesmo foi do desfralde do Nic. Sim, agora imagina que a pessoa te manda um cartão todo carinhoso e você escreve pra ela um post dedicatório falando sobre caca. Fala sério.

E pior! Esse tinha sido o primeiro post sobre o assunto desfralde, quando tudo começou há milênios atrás… Agora me diz, quem imaginaria que 300 anos depois eu ainda estaria aqui falando na mesmíssima coisa e ainda sem ver uma luz no fim do túnel, gente? E que Nic, que prometia tanto (depois vai lá ver a carinha de bebê que ele tinha), chegaria a ser hoje um desfraudulento? Ai, ai, que Deus me ajude, viu. Mas enfim, não vou eu começar a falar disso de novo num post da Gra, né? Peloamor…

Bom, acontece que depois de um tempo eu tentei de novo, com esse post AQUI. Daí, nem te conto que eu enrolei, enrolei e acabei falando de carro, chás e pasme – até vômito. Que horror!

E depois de tudo isso, acredita que essa minha querida amiga, pessoa tão considerada e de coração bondoso que tudo perdoa, ainda teve coragem de me chamar pra um jantarzinho lá no cantinho dela? Vai direto pro céu, essa menina! E mesmo depois de tanta gentileza eu ainda tive o displante de demorar MESES pra aceitar o convite.

Mas por fim, fui.

Passa lá no blog dela pra ver! AQUI Ó!


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Ser mãe no Canadá

De vez em quando o mundo virtual me presenteia com umas amizades realmente especiais. São pessoas com as quais sinto uma afinidade e carinho tão grandes, que é como se eu as conhecesse pessoalmente e há anos. Fico à vontade pra dividir aquela novidade tão aguardada, pra desabafar que o dia não está fácil ou simplesmente pra falar uma bobeira atrás da outra. Estas pessoas queridas são as flores dessa minha vida de expatriada e a cada dia penso em quando vou conseguir dar a elas um abraço que não seja virtual…

E a Natália é mais uma dessas flores que um dia quero conhecer pessoalmente. Ela escreve o blog Minha Maria e recentemente me pediu pra contar um pouco sobre como é a vida de mãe no Canadá. O post, que faz parte da série Mães pelo Mundo (Mothers around the world), foi publicado ontem e eu (como sempre) estou atrasada pra postar aqui. Mas ainda dá tempo de ler. Passa lá! Aproveita e conhece também a Natália, que tenho certeza, vai te receber muito bem no cantinho dela!

Beijos e qualquer dia volto. Sei que estou devendo contar várias coisas por aqui! 😀


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Pitacando por aí – MMqD

Gente!

Advinha onde estamos nicolando hoje? Lá naquela pracinha virtual cheia de mães lindas, charmosas e pitaquentas – O Minha Mãe que Disse! Olha que luxo! O video é sobre pitacos e conselhos que a gente recebe durante a gravidez e como criar nossos filhos. É assunto pra semanas, mas o vídeo conseguiu reunir algumas pérolas verdadeiras e muitas hilárias! Passa pra assistir!

(não tente assistir o video por aqui porque é só uma foto. Vai nesse link AQUI ao invés)

Além de mim com todo o meu mineirês que me é peculiar, estão também a Laiz, a Sol e a Flá.