O lado cômico da maternidade


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Os melhores presentes que uma mãe pode querer

(Precisavam ver o brilho nos olhos do Nicolas quando eu falei que a bagunça tava liberada pra gravar o vídeo. Nunca vi o menino mais feliz.)

O vídeo é exagerado e palhacento do jeito que eu gosto, mas os desejos são os mais sinceros possíveis! Às vezes os maridos ficam perdidos sem saber o que dar nos dias das Mães… pois não precisa ir muito longe pra acertar. Simples e efetivo!

Por um Dia das Mães com olheiras menos profundas!

Beijos pra vocês!

 


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Me engana que eu gosto

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Chegamos no parquinho. Lá brincavam duas crianças: uma menina de 10 e um menino de 12. Eu me aproximo com a cria e a menina começa a conversar comigo:

Ela: Oi! Eu sou Fulana e esse aqui é meu amigo Cicrano. Ele não é daqui e não fala nenhuma palavra de inglês!
Eu: Ah é? E que língua ele fala?
Ela: Francês.
Eu: Legal. E você, tambem fala francês pra conversar com ele?
Ela: Sim! Quer ver?

E começa a conversar com ele.
Mas aquilo não era francês – nem no Canadá, nem na França. Eles falavam o embromês. (Logo comigo!)

Eu: Err… Desculpa interromper… Vocês estão conversando em francês, é?
Ela: Sim! Quer saber o que ele disse? Eu traduzo pra você!
Eu: Não, não precisa não… Eu falo francês!

Eles olham um pro outro com o olho DESSE tamanho.

Ela: VOCÊ fala francês????
Eu: Falo.
Ela: Então fala!

E começo a falar português.

Eles me olham com mega cara de espanto e falam quase juntos:

– Nossa, ela fala francês mesmo!!!!

E saem correndo feito doidos.

Uns minutos depois, vou conversar com uma mulher e descubro que é a mãe deles. São irmãos, esses traquinas.

E voltei pra casa imaginando as peças que Nic e Lily ainda vão tentar me pregar.

Ou quem sabe, as que EU vou pregar neles! ;)

‪#‎MeSentindoConfiante‬


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As motos, os carros e a falta de planejamento urbano

IMG_0881Diálogos na estrada:

Nic: Mamãe, quando eu tiver 20 anos posso ter uma moto?
Eu: Poder, pode, mas EU acho meio perigoso.
Nic: Por que?
Eu: Porque a moto só tem duas rodas, então cai fácil. Melhor ter um carro, que tem quatro rodas.
Nic: É!!! E se eu ‘ter’ um carro, vou ter duas motos, ne? Muito melhor mesmo!!!

———

Nic: Mamãe, quem fez as ruas?
Eu: As pessoas.
Nic: Por que?
Eu: Porque quando elas construíram os carros, viram que precisavam das ruas pra andar com eles.

Depois de uns minutos de silêncio reflexivo.

Nic: Mas por que elas construíram os carros se nem tinha rua? Elas não pensaram?

#nicolas #quase5anos


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Hoje ela faz 3 anos!

Hoje é o dia dela!

O dia dessa menininha sorridente, carinhosa e chicletinha da mamãe. Dessa menininha que fala que o papai tá “papaiando” quando ele está trabalhando, que não tira mais soneca de tarde (pra desespero da mãe) e cujo maior medo na vida é encontrar um urso debaixo da cama.

Dessa menininha independente que se veste sozinha todo dia e vira e mexe, calça uma meia de cada cor. Que adora usar múltiplos arquinhos na cabeça e geralmente insiste em calçar sandália, mesmo quando tem neve lá fora.


lily3anos

 
Lilinha querida, você torna nossa vida tão, tão mais divertida! Obrigada pelas gargalhadas, pelos abraços e por me ajudar a escolher minha própria roupa todo dia! Hoje a saia não combinou muito, mas o casaco tampou, então tá tudo certo.  E viva o inverno!

Mamãe te ama do fundo do coração pra todo o sempre!


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O bumbum no meio da janta

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Todo mundo jantando, Nicolas corre pro banheiro desesperado pra fazer cocô. Três minutos depois ele grita:

– Mamãaaaaaae! Acabeeeeei!!!!

Eu saio pisando duro, fula da vida e pensando: “Isso é hora dele me chamar pra limpar o bumbum?”, “Quando será que vou conseguir comer sossegada sem ser interrompida?”, “Por que ele não chama o pai dele?”, “Será que um dia MÃE vai ter direito a salário? Porque eu já to querendo é aumento!”, quando eu chego no banheiro ainda mastigando minha comida e ele fala:

– Mamãe, EU TE AMO!!! Sabia?

Glup! Engulo seco.

– Agora, limpa meu bumbum?

E assim sou lembrada mais uma vez que é muito mais legal quando a gente faz as coisas com boa vontade e amor.

OU ENTÃO, que já deveria ter criado vergonha na cara e ensinado meu filho a limpar o próprio bumbum há muito tempo.


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A neve, a gripe e benzadeus esse menino!

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A gente chega em casa depois da escola e o Nic pede pra brincar no quintal. Acontece, que lá fora tá fazendo 2 graus e a criança ainda tá se recuperando de uma gripe. Após muitas tentativas de convence-lo a entrar, eu apelo:

– Entra que eu te mostro o que eu comprei pra você! – falo sem contar que era um umidificador de ar.

E ele:

– Pra que você comprou alguma coisa? Eu já tenho tudo o que preciso!

Nem precisa falar que ele tá brincando lá fora. E eu não to nem um pouco preocupada, pois eu também já tenho tudo o que preciso: um filho consciente e um umidificador pras eventuais noites com tosse.

#Aos4anos


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As aranhas, o além e a Terra que não cresce

nic4a5m

Da Série: Diálogos que não quero esquecer

Nic (aos 4 anos e 5 meses): Mami, as aranhas morrem?
Eu: Morrem.
Nic: E os passarinhos?
Eu: Também… Tudo morre um dia.
Nic: Como? Como que os passarinhos morrem?
Eu: Eles vão ficando velhinhos, fraquinhos, até morrerem.
Nic: E se a gente der comida pra eles?
Eu: Morrem mesmo assim… Não por falta de comida, mas por que estão velhinhos… Ou doentes…
Nic: E a gente? Também morre?
Eu: Sim, meu bem, a gente também.
Nic: Quando?
Eu: Nao sei.
Nic: Primeiro a gente vira criança grande, depois adulto, depois vovô e aí morre?
Eu: Em geral, sim.
Nic: E porque que a gente morre?
Eu: Porque se a gente não morresse não teria lugar pra todo mundo na Terra. Já viu o tanto de bebê por aí?
Nic: Sim.
Eu: Então, imagina se só nascesse e ninguém morresse? Não ia ter lugar pra todo mundo!
Nic: E se a Terra crescer? Grande assim – diz abrindo os bracinhos -, pra caber todo mundo? Aí a gente não morre?
Eu: Seria bom, né? Mas a Terra nao cresce mais não, querido.
Nic: Mas depois que morrer, a gente fica onde? A gente morre de novo? E se alguém ‘trazer’ e ‘viver’ a gente outra vez?
Eu: Eu não sei bem o que acontece depois que a gente morre não… mas acredito que a gente continua vivendo… em algum lugar…

Ele sorri.

Nic: Mamãe?
Eu: O que?
Nic: Eu tô muito feliz que a gente tá vivo!

* * *

Esse diálogo incrível aconteceu enquanto eu preparava o café-da-manhã e ele brincava de carrinho. Começou do nada e eu não alterei nenhuma palavra.

Ah, sim, claro que abracei ele muito!!!


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Faaaaaaala Maluca!

Gente, eu não empacotei não!!!

Mas se não estou aqui, tenho que necessariamente estar em algum outro lugar, né?

Então cadê a Lu? Cadêêê?

Ó!!!! Achôôôô:

Tô no Fala Maluca, gente! Um programa divertido e descompromissado que estamos criando pra falar de filho, de Canada e extravasar toda aquela bobeira encubada no peito, que como já viram, não extravaso há algum tempo.  A outra maluca que vai passar vergonha comigo é a Carol!

Palmas pra amiguinha, gente!!!

Enquanto não lançamos, acompanhem as histórias curtinhas que estou sempre contando na página do Nicolilando (e que tô pensando seriamente em começar a passar pra cá pra ter um registro permanente), curtam a página do Fala Maluca! pra saber das novidades e se inscrevam no canal do youtube.

Até breve!

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